A equipa da Fermorel realizou uma Peritagem Técnica de Edifícios em Loures, com o objetivo de identificar a origem dos danos por humidade que afetavam o quarto da fração 11.º esquerdo.
De acordo com a análise visual inicial, observaram-se manchas escuras nas paredes em contacto com a fachada, compatíveis com formação de fungos. Igualmente, na parede lateral, próxima da junção com a fachada, o mesmo fenómeno manifestava-se sobre o papel de parede existente.
Por esse motivo, a equipa avançou para uma análise técnica alargada, envolvendo não só o quarto afetado, como também as frações vizinhas e a fachada do edifício. Neste caso, esta abordagem revelou-se essencial para identificar a verdadeira origem dos danos.
De seguida, a equipa procedeu à verificação dos níveis de humidade com scan de humidade, equipamento capaz de identificar humidade até 10 cm de profundidade. Contudo, tanto nas leituras horizontais junto ao rodapé como nas verticais na parede da fachada, não se registaram níveis anómalos, indicando que a parede se encontrava seca no momento da inspeção.
Paralelamente, a medição com leitor de humidade de superfície confirmou valores dentro dos parâmetros normais, com exceção de níveis elevados no topo do rodapé, valor expectável em fenómenos de condensação. Adicionalmente, o pavimento em madeira próximo da zona afetada apresentava apenas ligeira oxidação nas extremidades, sem descolamento ou deformação visível.
Posteriormente, a análise termográfica com câmara térmica de alta precisão identificou anomalias térmicas acentuadas precisamente nos pontos onde os danos eram mais visíveis. Com efeito, este padrão é característico de zonas suscetíveis ao fenómeno de condensação na Peritagens Técnicas Edifícios em Loures
Para além disso, a equipa deslocou-se à fração 12.º esquerdo, situada ao nível superior, não tendo identificado níveis relevantes de humidade. Ainda assim, a câmara térmica revelou anomalia junto ao rodapé e na lateral da parede, com padrão semelhante ao observado na fração inferior, além de empolamento pontual da pintura.
Posteriormente, na fração 10.º esquerdo, repetiu-se o mesmo cenário: sem valores relevantes de humidade, mas com anomalias térmicas acentuadas junto ao rodapé e nas junções da parede lateral. Segundo a responsável desta fração, anomalias semelhantes já tinham ocorrido anteriormente, cessando após reparação da parede e instalação de exaustor na casa de banho.
Complementarmente, a verificação da fração contígua, no edifício vizinho, não revelou níveis de humidade relevantes nem anomalias térmicas. Por esse motivo, a equipa concentrou a investigação na envolvente exterior da fachada, agendando nova visita técnica para análise pormenorizada com condições meteorológicas favoráveis.
Conforme descrito, na segunda visita técnica, a equipa realizou inspeção pormenorizada da fachada em pastilhas cerâmicas, identificando um ponto sem qualquer isolamento correspondente a uma abertura para tubagens de ar condicionado. Igualmente, verificou-se falha de vedação sob a pedra das cantarias, com diversos pontos sem material selante.
Adicionalmente, constatou-se ausência ou degradação das juntas das pastilhas cerâmicas, ponto vulnerável à infiltração de água. Com efeito, imediatamente abaixo do revestimento cerâmico identificou-se um elemento em pedra natural, cuja elevada condutividade térmica cria uma ponte térmica, favorecendo a condensação detetada na zona de transição.
Para além disso, observaram-se fissuras nas pastilhas cerâmicas, uma irregularidade na junta de dilatação e pontos de descolamento do revestimento. Complementarmente, identificou-se ainda ausência de isolamento no ponto de fixação do suporte da condensadora de ar condicionado, com orifício exposto à entrada de águas pluviais.
Em conclusão, os danos verificados no quarto da fração 11.º esquerdo apresentam fortes indícios de estarem associados a um fenómeno de condensação, confirmado pelos equipamentos de medição utilizados. Igualmente, este fenómeno é potenciado pela solução arquitetónica da fachada, cujo elemento em pedra natural contribui para a formação de ponte térmica.
Adicionalmente, foram identificadas diversas deficiências de isolamento e vedação na fachada em pastilhas cerâmicas, agravadas pela ausência de manutenção preventiva. Por conseguinte, recomenda-se a correção destas anomalias, a implementação de um plano de manutenção preventiva da fachada e a selagem de todos os pontos de perfuração existentes.
Relativamente ao quarto, recomenda-se a avaliação de ventilação mecânica controlada (VMC), aplicação de tinta lavável antifúngica e reforço do isolamento térmico interior. Ao escolher a Fermorel para uma Peritagem Técnica de Edifícios em Loures, o cliente obtém um relatório técnico não destrutivo, rigoroso e certificado, adequado a processos de seguros, condomínios e mediação entre frações.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos não destrutivos com câmara térmica, scan de humidade e leitor de humidade de superfície, identificando com precisão fenómenos de condensação, pontes térmicas e deficiências de isolamento em fachadas. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
Zonas de atendimento: Loures • Odivelas • Sacavém • Camarate • Santo António dos Cavaleiros • Bucelas • Grande Lisboa.
A distinção faz-se combinando scan de humidade, leitor de humidade de superfície e câmara térmica, avaliando se existe água ativa nos materiais ou apenas anomalias térmicas superficiais. Neste caso em Loures, as paredes encontravam-se secas, mas a câmara térmica revelou anomalias características de condensação. Desta forma, excluiu-se a hipótese de infiltração ativa.
Uma ponte térmica é um ponto da envolvente com condutividade térmica superior à restante estrutura, facilitando a transferência de frio para o interior. Neste caso em Loures, um elemento decorativo em pedra natural na fachada estava a contribuir para a formação de ponte térmica. Por esse motivo, esta zona favorecia a condensação no interior da parede.
Sim, falhas de vedação, juntas degradadas e ausência de isolamento em pontos de fixação comprometem o comportamento higrotérmico da fachada. Neste caso em Loures, identificaram-se várias falhas de isolamento e vedação na fachada em pastilhas cerâmicas. Por conseguinte, estas deficiências agravaram o fenómeno de condensação detetado no interior.
A inspeção da fachada permite identificar pontos vulneráveis, como aberturas sem isolamento, juntas degradadas e elementos que favorecem pontes térmicas. Neste caso em Loures, a análise da fachada exigiu uma segunda visita técnica, com condições meteorológicas favoráveis ao uso de drone. Ainda assim, esta etapa foi determinante para completar o diagnóstico.
Sim, o relatório técnico documenta de forma objetiva as causas identificadas, distinguindo fenómenos de condensação de eventuais infiltrações ativas. Neste caso em Loures, o relatório reuniu resultados de duas visitas técnicas, incluindo inspeção interior e análise da fachada. Deste modo, o proprietário fica munido de prova técnica válida para os processos necessários.
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