No âmbito desta Inspeção de Edifícios em Setúbal, realizámos uma pesquisa de avaria não destrutiva para identificar a origem dos danos por água que afetavam a marquise da sala da fração 4.º Direito.
Numa primeira análise visual, identificámos empolamento da pintura, destacamento do reboco e alteração da coloração junto ao teto e à caixilharia. Além disso, os revestimentos em madeira apresentavam escurecimento, enquanto o pavimento em parquet evidenciava descolamento provocado pela exposição prolongada à humidade.
Segundo a responsável pela fração, a entrada de água ocorre apenas durante períodos de chuva intensa, manifestando-se sobretudo na zona superior das caixilharias. Assim, iniciámos uma avaliação técnica para confirmar a origem destas infiltrações.
Durante esta Inspeção de Edifícios em Setúbal, efetuámos medições com um scan de humidade. As leituras revelaram apenas valores reduzidos junto à caixilharia e ausência de humidade significativa nas restantes zonas do teto, indicando um processo de secagem compatível com infiltrações de caráter pluvial.
De seguida, realizámos uma inspeção termográfica, mas não identificámos diferenças térmicas relevantes na área afetada. Por esse motivo, concentrámos a investigação na envolvente exterior do edifício.
Durante a Inspeção de Edifícios em Setúbal, verificámos pequenas deficiências de isolamento entre a caixilharia e a pedra de cantaria. No entanto, como estes pontos se encontravam abaixo da principal zona de infiltração, prosseguimos a análise para a fachada do piso superior.
Na fração 5.º Direito, identificámos fissuras no revestimento exterior e diversas bolhas na pintura. Além disso, verificámos que a pintura tinha sido aplicada diretamente sobre pastilha cerâmica, apresentando sinais claros de perda de aderência.
Esta Inspeção de Edifícios em Setúbal permitiu ainda observar que a superfície cerâmica mantém características vítreas e lisas. Consequentemente, surgiram indícios de que a preparação do suporte poderá não ter seguido os procedimentos técnicos adequados antes da pintura.
Posteriormente, analisámos a documentação da reabilitação da fachada para confirmar os materiais e procedimentos utilizados. Contudo, o orçamento apenas fazia referência ao tratamento de fachadas pintadas, sem mencionar a existência de revestimento em pastilha cerâmica.
Durante esta Inspeção de Edifícios em Setúbal, verificámos igualmente que o primário especificado se destinava apenas às zonas de reparação, não existindo referência à aplicação de um promotor de aderência próprio para superfícies cerâmicas vitrificadas.
Deste modo, reuniram-se fortes indícios de que a pintura aplicada sobre a pastilha poderá não ter recebido a preparação necessária. Como consequência, esta situação pode explicar o aparecimento de bolhas, fissuração e perda de aderência observados na fachada.
Perante estas evidências, recomendou-se confirmar junto da empresa executante e do fabricante a compatibilidade do sistema aplicado com este tipo de suporte, permitindo validar tecnicamente a solução utilizada.
Entretanto, analisámos um atravessamento executado para a instalação de um sistema de ar condicionado. A inspeção confirmou que a selagem atualmente apresenta boas condições. Ainda assim, não foi possível determinar se esse ponto já se encontrava devidamente vedado quando ocorreram as infiltrações.
Para complementar a Inspeção de Edifícios em Setúbal, realizámos uma segunda visita técnica com recurso a drone. Assim, obtivemos uma visão detalhada da fachada correspondente às frações 4.º Direito e 5.º Direito.
As imagens recolhidas revelaram diversas fissuras, múltiplos empolamentos da pintura e perda de aderência do revestimento exterior. Além disso, identificámos falhas de vedação nas ligações entre a fachada, a caixilharia, as caixas de estore e as cantarias.
Consequentemente, estas deficiências comprometem a estanquicidade da envolvente exterior e favorecem a entrada de águas pluviais durante períodos de chuva intensa acompanhados por vento.
Em conclusão, esta Inspeção de Edifícios em Setúbal permitiu confirmar que os danos observados na marquise da fração 4.º Direito resultam de infiltrações de origem pluvial através da envolvente exterior do edifício.
Além disso, identificámos múltiplos pontos vulneráveis, incluindo falhas de vedação na caixilharia, degradação da fachada, fissuras e problemas de aderência da pintura aplicada sobre a pastilha cerâmica.
Deste modo, recomenda-se a reabilitação integral das zonas degradadas, a execução de novas selagens nas interfaces da caixilharia e a aplicação de um sistema de revestimento compatível com suportes cerâmicos, respeitando as especificações técnicas do fabricante.
Por fim, também se aconselha a confirmação dos materiais utilizados na intervenção anterior, permitindo validar a conformidade técnica da solução executada e prevenir o reaparecimento das infiltrações.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza inspeções técnicas não destrutivas com scan de humidade, câmara térmica e drone, identificando com precisão falhas de vedação em caixilharias e deficiências na reabilitação de fachadas. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
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A confirmação faz-se através de scan de humidade e câmara térmica, verificando se os níveis correspondem a um processo de secagem em curso, sem atividade ativa no momento da inspeção. Neste caso em Setúbal, as leituras revelaram apenas níveis baixos junto à caixilharia, sem anomalias térmicas relevantes. Desta forma, confirmou-se o carácter pontual da infiltração, associado a eventos de chuva.
Sim, superfícies cerâmicas vitrificadas exigem despolimento e primário específico de aderência, sob pena de a pintura empolar e destacar-se. Neste caso em Setúbal, a especificação técnica da reabilitação não fazia qualquer referência ao tratamento deste tipo de suporte. Por esse motivo, confirmou-se falta de preparação adequada, comprometendo a ancoragem do revestimento.
Sim, se a selagem deste tipo de atravessamento não for executada corretamente ou não estiver presente à data dos danos, pode permitir entrada de água pluvial. Neste caso em Setúbal, a selagem observada aparentava ser recente, não sendo possível excluir que o ponto estivesse desprotegido no período em que ocorreram os danos. Por conseguinte, este fator foi registado como via adicional possível de infiltração.
A inspeção com drone permite visualizar fissuras, empolamentos e deficiências de isolamento em zonas de difícil acesso a partir do interior das frações. Neste caso em Setúbal, esta técnica identificou múltiplas deficiências de isolamento na caixilharia e no revestimento cerâmico da fachada. Ainda assim, foi necessária uma segunda visita técnica para completar esta análise.
Sim, o relatório técnico documenta de forma objetiva todos os pontos críticos de entrada de água identificados, incluindo referências à conformidade dos trabalhos de reabilitação já executados. Neste caso em Setúbal, o relatório reuniu evidências de scan de humidade, câmara térmica e inspeção com drone em duas visitas técnicas. Deste modo, a administração fica munida de prova técnica válida para os processos necessários.
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