De acordo com o solicitado pelos proprietários, foi realizada uma Inspeção Termográfica em Benavente para identificar a origem dos danos por água. Ao mesmo tempo, os responsáveis relataram o aparecimento de diversos pontos de humidade no piso R/C e no primeiro andar durante o inverno.
De seguida, observou-se empolamento da pintura, coloração anómala e degradação do estuque em praticamente todas as divisões do R/C. Por essa razão, este quadro generalizado indicava um processo de humidade ativo e disseminado pelo piso térreo.
Posteriormente, o técnico combinou scan de humidade e câmara térmica de alta precisão para mapear com rigor a extensão do problema. Assim, esta pesquisa termográfica não destrutiva permitiu preservar os acabamentos existentes durante toda a investigação em Benavente.
Contudo, as leituras do scan de humidade na cozinha revelaram valores moderados junto ao rodapé, diminuindo progressivamente em altura. Ou seja, este padrão foi associado à humidade ascensional por capilaridade a partir do pavimento na Inspeção Termográfica em Benavente.
Já a câmara térmica utilizada nesta inspeção termográfica confirmou anomalias ascendentes coincidentes com as leituras do scan em várias divisões. Por conseguinte, o mesmo padrão repetiu-se de forma consistente em todo o piso térreo da moradia em Benavente.
Neste caso, o escritório apresentava ainda fungos de coloração escura junto ao rodapé, reforçando o diagnóstico de humidade persistente. Além disso, muitas das paredes afetadas são interiores e afastadas de fachadas, o que afasta a hipótese de infiltração exterior direta.
Como resultado dos relatos de gotejamento no 1.º andar, recorreu-se a um drone para complementar a inspeção termográfica em Benavente sem necessidade de acesso direto. Assim, a análise revelou que a cumeeira central se encontrava parcialmente removida, possivelmente devido à ação do vento.
Um segmento da cumeeira foi ainda identificado sob a estrutura do sistema solar fotovoltaico instalado no telhado. Consequentemente, a ausência deste elemento expôs a união das telhas tipo sandwich, criando um ponto direto de entrada de água pluvial.
Complementarmente, foram detetadas fissuras na fachada de um dos quartos, junto à caixilharia, apontando para um ponto secundário de infiltração. Por isso, tornou-se necessário planear uma segunda visita com acesso físico à cobertura para confirmar estas anomalias.
Numa segunda visita, foi introduzida uma câmara de inspeção nas tubagens de esgoto junto à cozinha e à garagem. Por conseguinte, não foram identificadas anomalias na rede em PVC, afastando a hipótese de rotura como origem da humidade no R/C.
De seguida, aplicou-se luz ultravioleta num ponto de saída de água reportado na garagem, verificando ausência de reação típica de efluentes domésticos. Desta forma, confirmou-se tratar-se de água limpa, excluindo definitivamente a rede de esgotos como causa.
Já o acesso físico à cobertura, no âmbito da inspeção termográfica em Benavente, confirmou o desencaixe da cumeeira na zona de ligação entre as moradias geminadas. Adicionalmente, a rede de fibra de vidro da caleira encontrava-se com os poros expostos, contrariando as especificações técnicas de impermeabilização.
Em suma, a investigação técnica confirmou duas origens distintas de infiltração na moradia. Por um lado, no piso superior, o desprendimento da cumeeira e a falha de impermeabilização da caleira permitem a entrada direta de água pluvial pela cobertura.
Por outro lado, no R/C, a humidade resulta de um fenómeno de capilaridade ascensional, associado à ausência de drenagem periférica eficaz e à subida sazonal do nível freático. Note-se que este piso não apresenta relação com roturas na rede de esgotos, conforme confirmado pela videoinspeção e pelo teste com luz UV.
Desta forma, a combinação de termografia, scan de humidade, drone e inspeção vídeo permitiu isolar com precisão cada uma das causas identificadas nesta inspeção termográfica em Benavente. Assim sendo, recomenda-se a reposição da cumeeira, a reexecução da impermeabilização da caleira e a implementação de um sistema de drenagem perimetral no R/C.
Em conclusão, esta Inspeção Termográfica em Benavente demonstra como o diagnóstico não destrutivo evita intervenções desnecessárias e sustenta as conclusões apresentadas no relatório técnico entregue aos proprietários.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza inspeções termográficas não destrutivas com câmara térmica, scan de humidade, drone e videoinspeção, identificando com precisão infiltrações na cobertura e fenómenos de humidade ascensional por capilaridade. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
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A distinção faz-se através do padrão das leituras de humidade: valores mais elevados junto ao rodapé, diminuindo progressivamente em altura, indicam capilaridade ascendente. Neste caso em Benavente, este padrão repetiu-se em várias divisões do rés-do-chão, mesmo em paredes interiores afastadas de fachadas. Desta forma, confirmou-se tratar-se de humidade ascensional e não de uma rotura localizada.
A luz UV permite distinguir efluentes domésticos, que reagem devido a compostos químicos, de água limpa, como infiltrações pluviais ou freáticas. Neste caso em Benavente, as marcas de água na garagem não reagiram à luz UV, excluindo a rede de esgotos como origem. Por esse motivo, este teste foi determinante para direcionar a investigação para causas hídricas naturais.
Sim, a cumeeira é o elemento responsável pela selagem do encontro das águas do telhado, sendo um dos pontos mais vulneráveis à ação do vento e da chuva. Neste caso em Benavente, o desprendimento parcial da cumeeira expôs a união das telhas, criando entrada direta para águas pluviais. Por conseguinte, este dano foi identificado como causa principal do gotejamento no primeiro andar.
As especificações de fabricantes como Weber e Sika exigem que a rede de reforço fique totalmente embebida na membrana, sem poros visíveis. Neste caso em Benavente, a exposição dos poros da rede na caleira comprometia a estanquicidade e favorecia a infiltração por capilaridade. Ainda assim, esta falha só foi confirmada através de inspeção física direta à cobertura.
Sim, o relatório técnico documenta de forma objetiva as duas origens distintas de infiltração identificadas, com referências normativas e técnicas dos fabricantes. Neste caso em Benavente, o relatório reuniu evidências de duas visitas técnicas, incluindo termografia, scan de humidade, drone e videoinspeção. Deste modo, o proprietário fica munido de prova técnica válida para os processos necessários.
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