A equipa da Fermorel realizou um Diagnóstico Técnico de Imóveis em Lisboa (Todas as Freguesias), com o objetivo de identificar a origem de danos por água que afetavam duas frações vizinhas, a fração 46 e a fração 38.
Contudo, não foi possível aceder à fração 38, uma vez que não se encontrava nenhum responsável presente no momento da pesquisa. Desta forma, a equipa concentrou a análise técnica na fração 46.
De acordo com a informação prestada pela proprietária e pelo administrador do edifício, tratava-se de infiltrações antigas, que já tinham motivado a aplicação de um revestimento sobre a parede mais afetada. Adicionalmente, a equipa apurou que a fração 46 resultava da junção de duas frações distintas, intervenção do anterior proprietário.
Por esse motivo, a configuração atual da fração não correspondia à disposição original. Neste caso, esta informação revelou-se determinante para a análise correta dos pontos com anomalias.
A equipa da Fermorel realizou um Diagnóstico Técnico de Imóveis em Lisboa (Todas as Freguesias), com o objetivo de identificar a origem de danos por água que afetavam duas frações vizinhas, a fração 46 e a fração 38.
Contudo, não foi possível aceder à fração 38, uma vez que não se encontrava nenhum responsável presente no momento da pesquisa. Desta forma, a equipa concentrou a análise técnica na fração 46.
De acordo com a informação prestada pela proprietária e pelo administrador do edifício, tratava-se de infiltrações antigas, que já tinham motivado a aplicação de um revestimento sobre a parede mais afetada. Adicionalmente, a equipa apurou que a fração 46 resultava da junção de duas frações distintas, intervenção do anterior proprietário.
Por esse motivo, a configuração atual da fração não correspondia à disposição original. Neste caso, esta informação revelou-se determinante para a análise correta dos pontos com anomalias.
Para além disso, a equipa solicitou a consulta das plantas técnicas da fração e do edifício, nomeadamente das redes de esgotos, abastecimento de água sob pressão e drenagem pluvial. Contudo, os responsáveis informaram não dispor dessa documentação.
Face a esta limitação, a equipa prosseguiu a investigação recorrendo exclusivamente aos equipamentos de diagnóstico não destrutivo. Igualmente, importa referir que, no ponto exato onde os danos se manifestavam, não existia atualmente qualquer ponto de consumo que justificasse canalização ativa.
Por outro lado, atendendo à junção histórica das duas frações, não foi possível excluir a hipótese de existirem canalizações antigas, tamponadas ou ocultas sob carga, na zona da parede afetada. Deste modo, a equipa considerou fundamental avançar para testes de confirmação direta no Diagnóstico Técnico de Imóveis em Lisboa.
Conforme descrito, a equipa realizou um teste de pressão com máquina própria, ligada à torneira de esquadria da casa de banho, registando uma pressão inicial de 5 bar. De seguida, cortou-se o abastecimento na torneira geral da zona comum, e ao fim de 10 minutos o manómetro indicava 0 bar.
Por esse motivo, o teste foi repetido, tendo o manómetro voltado a marcar 0 bar cerca de 1 minuto após o corte. Perante este resultado, a equipa isolou o circuito de água quente no esquentador e testou apenas a canalização de água fria da fração, obtendo novamente perda total de pressão em cerca de 1 minuto.
Assim, confirmou-se que a canalização de água fria da fração 46 apresentava perda significativa de pressão, indiciando fuga ativa. Complementarmente, a equipa recorreu ainda a um transponder de localização, aplicando o emissor na parede húmida e deslocando o recetor ao longo da superfície.
Com efeito, verificou-se que, por detrás da parede, se localizava uma zona comum do edifício — a caixa de escadas — sem qualquer dano visível ou indício de humidade. Desta forma, a origem da fuga permanecia associada à rede interna da fração.
Em conclusão, os testes de pressão confirmaram a existência de uma fuga de água ativa na canalização sob pressão da fração 46. Igualmente, a parede afetada apresentava níveis de humidade extremamente elevados, previamente dissimulados através de um revestimento aplicado sobre os danos visíveis.
Atendendo a que a fração resulta da junção de duas frações distintas, a equipa recomenda a análise das plantas originais do edifício e da fração, de forma a identificar com exatidão todo o sistema hidráulico existente. Adicionalmente, deverão ser avaliadas as restantes especialidades técnicas, nomeadamente redes de água, esgotos e infraestruturas associadas.
Por conseguinte, após esta análise documental, recomenda-se a realização de uma pesquisa destrutiva localizada, com o objetivo de identificar o ponto exato da fuga e proceder à reparação. Como medida preventiva, aconselha-se manter fechada a torneira de corte da zona comum, abrindo-a apenas nos períodos estritamente necessários.
Ao escolher a Fermorel para um Diagnóstico Técnico de Imóveis em Lisboa (Todas as Freguesias), o cliente obtém um relatório técnico não destrutivo, rigoroso e certificado, adequado a processos de seguros, condomínios e mediação de conflitos entre frações.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos não destrutivos com câmara térmica, scan de humidade, teste de pressão e transponder de localização, identificando com precisão a origem de fugas de água em canalizações sob pressão. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
Zonas de atendimento: Lisboa (Todas as Freguesias) • Alvalade • Areeiro • Avenidas Novas • Benfica • Campo de Ourique • Estrela • Grande Lisboa.
A identificação faz-se através de teste de pressão, cortando o abastecimento de água e monitorizando a perda de pressão ao longo do tempo. Neste caso em Lisboa, a canalização perdeu toda a pressão em cerca de 1 minuto após o corte, confirmando fuga ativa. Por esse motivo, este teste é decisivo para orientar a investigação seguinte.
O transponder de localização é um equipamento que permite identificar elementos ocultos atrás de paredes, através de um emissor e recetor. Neste caso em Lisboa, o equipamento permitiu confirmar que, por detrás da parede húmida, existia apenas uma zona comum do edifício. Desta forma, foi possível excluir essa área como origem do problema.
Sim, quando duas frações são unidas, a configuração original das redes hidráulicas deixa de corresponder à disposição atual. Neste caso em Lisboa, esta alteração impediu excluir de imediato a existência de canalizações antigas ocultas sob carga. Por conseguinte, a análise técnica exigiu maior cuidado e testes complementares.
As plantas técnicas permitem confirmar o percurso exato das redes de água, esgotos e drenagem pluvial. Neste caso em Lisboa, a ausência dessa documentação obrigou a equipa a basear a análise exclusivamente em equipamentos não destrutivos. Ainda assim, recomenda-se sempre a sua consulta antes de qualquer intervenção destrutiva.
Sim, o relatório técnico documenta de forma objetiva a origem e a extensão dos danos identificados. Neste caso em Lisboa, o relatório reúne todos os testes realizados, servindo de base sólida para processos junto de seguradoras, condomínios ou mediação entre frações. Deste modo, o proprietário fica munido de prova técnica válida.
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Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo.
Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa: www.centroarbitragemlisboa.pt
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