Realizámos uma Deteção de fugas de água em Sintra para investigar os danos por água existentes na fração do rés-do-chão. Como as zonas afetadas se encontram diretamente sob o terraço da fração 1.º Esquerdo, considerámos a possibilidade de existirem falhas no sistema de impermeabilização.
Embora o terraço tenha sido recentemente intervencionado, a existência de novas infiltrações justificou uma análise detalhada. Como não foi possível aceder à fração do rés-do-chão, concentrámos a pesquisa no terraço situado imediatamente acima das zonas afetadas.
Primeiro, analisámos as pendentes do pavimento. Encontrámos várias zonas praticamente niveladas, bem como pontos onde a água é conduzida no sentido contrário aos sistemas de drenagem.
Além disso, algumas pendentes apresentam valores insuficientes para garantir um escoamento eficaz. Consequentemente, a água pode permanecer sobre o pavimento e aumentar a pressão sobre o sistema de impermeabilização.
Por isso, a análise revelou desde o início uma condição desfavorável para a durabilidade do terraço. A acumulação prolongada de água pode acelerar a degradação das juntas, das argamassas e dos revestimentos.
Desta forma, a Deteção de fugas de água em Sintra passou a concentrar-se na avaliação da execução do pavimento, da impermeabilização e dos principais pontos singulares do terraço.
De seguida, realizámos um ensaio de percussão em todo o pavimento e nos rodapés. Este método permite identificar zonas onde o revestimento perdeu aderência através da análise do som produzido pela percussão.
Durante o ensaio, encontrámos um número significativo de peças com som oco. Além disso, identificámos vários pontos semelhantes nos rodapés, indicando falta de aderência entre o revestimento e o suporte.
Para compreender melhor a origem desta anomalia, analisámos um dos rodapés localizado na parede terminal do terraço. Verificámos que a peça não possui material de colagem em toda a superfície de contacto.
Também observámos espaços vazios entre o rodapé e a parede. Assim, a execução não garante uma ligação contínua nem uma proteção adequada contra a entrada de água.
Além disso, não encontrámos evidências de uma aplicação uniforme pelo método de dupla colagem. Consequentemente, os vazios existentes podem permitir a retenção de água sob o revestimento.
Com o tempo, esta condição pode favorecer a degradação da argamassa, o destacamento das peças e o aumento das pressões sobre o sistema impermeabilizante.
Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Sintra identificou não apenas possíveis falhas de impermeabilização, mas também deficiências relevantes na execução do revestimento cerâmico.
Posteriormente, analisámos uma zona junto à escada de acesso ao terraço. Encontrámos um espaçamento entre o rodapé cerâmico e a escada que permitia introduzir uma espátula de teste.
Para observar o interior dessa abertura, utilizámos uma microcâmara de inspeção. A análise revelou que não existe um sistema de impermeabilização contínuo no tardoz do rodapé.
Assim, a água da chuva pode alcançar diretamente a interface entre o pavimento e o elemento vertical. Além disso, a ausência de uma subida adequada da impermeabilização aumenta o risco de infiltração por capilaridade ou acumulação de água.
De seguida, analisámos os pontos de fixação do guarda-corpos. Verificámos que as bases metálicas não apresentam uma selagem adequada junto à laje e existem espaçamentos em alguns pontos.
Estas descontinuidades podem funcionar como vias de entrada de água. Por isso, os pontos de fixação devem receber um tratamento específico antes de qualquer nova impermeabilização.
Também encontrámos degradação na ligação entre a laje vertical do terraço e a cobertura em painel sandwich do rés-do-chão. O selante existente apresenta perda de aderência e várias descontinuidades.
Consequentemente, este encontro constitui outro ponto vulnerável da envolvente. Assim, a Deteção de fugas de água em Sintra revelou um conjunto de falhas concentradas nos remates, elementos verticais e pontos de transição.
Com base nos ensaios realizados, concluímos que o terraço apresenta várias deficiências que podem comprometer a sua estanquidade global.
Em primeiro lugar, as pendentes do pavimento são inadequadas. Existem zonas praticamente horizontais e outras orientadas no sentido contrário aos pontos de drenagem. Consequentemente, a água pode ficar acumulada durante períodos prolongados.
Em segundo lugar, o ensaio de percussão revelou perda de aderência em numerosas peças cerâmicas e em vários rodapés. Além disso, a inspeção direta confirmou a existência de vazios na aplicação do adesivo.
Em terceiro lugar, a microcâmara confirmou a ausência de impermeabilização no tardoz de um rodapé. Esta descontinuidade permite que a água alcance diretamente as camadas inferiores do sistema.
Por outro lado, os pontos de fixação do guarda-corpos apresentam falta de selagem. Também a ligação entre o terraço e a cobertura em painel sandwich apresenta um selante degradado e com perda de aderência.
Assim, as anomalias não correspondem a um único defeito. Pelo contrário, resultam da combinação entre pendentes inadequadas, falhas de colagem, descontinuidades da impermeabilização e problemas nos remates.
Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Sintra permite concluir que o sistema atual necessita de uma intervenção de fundo para recuperar a estanquidade e evitar a repetição das infiltrações.
Para corrigir as patologias identificadas, recomendamos o levantamento do pavimento cerâmico e dos rodapés existentes. Além disso, deverá ser removida a colagem degradada e avaliadas todas as zonas onde a impermeabilização perdeu continuidade.
De seguida, será necessário regularizar o suporte e corrigir as pendentes. O novo sistema deverá garantir um escoamento contínuo para os pontos de drenagem, evitando depressões e contrapendentes.
Posteriormente, recomendamos a execução de uma impermeabilização contínua sobre o suporte devidamente preparado. A membrana deverá subir pelos elementos verticais e manter continuidade nas paredes, muretes e escada.
Também será necessário tratar os pontos de fixação do guarda-corpos. Estes elementos devem receber uma selagem periférica adequada antes da execução do acabamento final.
Na ligação entre o terraço e a cobertura em painel sandwich, recomendamos a remoção do selante degradado e a aplicação de um novo sistema de remate e estanquidade compatível com os materiais existentes.
Depois da impermeabilização, o novo revestimento cerâmico deverá ser aplicado com adesivo apropriado para exteriores e com cobertura adequada da interface. Além disso, os rodapés deverão receber uma colagem contínua e juntas corretamente executadas.
Finalmente, recomendamos uma inspeção final após a conclusão dos trabalhos, incluindo novas verificações dos pontos singulares. Desta forma, a Deteção de fugas de água em Sintra ficará associada a uma solução completa, capaz de corrigir as causas da infiltração e melhorar a durabilidade do terraço.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos precisos com ensaio de percussão e microcâmara de inspeção, identificando falhas de execução na impermeabilização de terraços. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
Zonas de atendimento: Sintra • Algueirão-Mem Martins • Rio de Mouro • Cacém • Queluz • Colares • Lisboa.
Sim, se a execução dos trabalhos não cumprir as boas práticas técnicas, nomeadamente ao nível das pendentes, da colagem do revestimento e da continuidade vertical da impermeabilização, as infiltrações podem persistir. Neste caso em Sintra, apesar de obras recentes, identificaram-se múltiplas desconformidades graves de execução. Desta forma, confirmou-se que o problema residia na qualidade da intervenção e não na ausência de impermeabilização.
A identificação é feita através de uma análise geométrica e altimétrica do pavimento, verificando se a inclinação encaminha eficazmente as águas para os pontos de drenagem. Neste caso em Sintra, verificaram-se zonas praticamente niveladas e até contrapendentes, em desconformidade com o Decreto Regulamentar n.º 23/95. Por conseguinte, esta deficiência foi identificada como um dos fatores centrais das infiltrações.
Consiste na aplicação de adesivo tanto no suporte como no tardoz da peça cerâmica, garantindo o preenchimento integral da interface e evitando vazios de ar sob o revestimento. Neste caso em Sintra, o ensaio de percussão confirmou a ausência desta técnica, com perda generalizada de aderência do pavimento. Com efeito, esta deficiência é exigida pela norma NP EN 12004 para pavimentos exteriores.
A impermeabilização deve prolongar-se sobre os elementos verticais adjacentes, como paredes e muretes, criando uma bacia estanque que impede a infiltração por capilaridade. Neste caso em Sintra, a microcâmara confirmou a total ausência desta continuidade no tardoz de um rodapé. Adicionalmente, a ITE 34 do LNEC recomenda uma subida mínima de 15 cm sobre o pavimento acabado.
Sim, o relatório técnico da Fermorel é certificado e aceite por seguradoras, condomínios e processos de mediação entre partes. Neste caso em Sintra, o documento sustenta tecnicamente as múltiplas desconformidades de execução identificadas no terraço. Por esse motivo, este relatório é especialmente útil em situações de disputa sobre a qualidade de obras recentes.
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