Realizámos uma Deteção de fugas de água em Benfica, Lisboa após a administração comunicar a entrada de água no hall do edifício. Segundo o relato, o problema surgia apenas durante períodos de chuva intensa.
Além disso, a água atingia diretamente o teto falso em ripas de madeira. Consequentemente, o volume observado era significativo. No entanto, o fenómeno desaparecia assim que as condições meteorológicas melhoravam.
Inicialmente, a administração suspeitava de um tubo de algeroz situado na zona central da cobertura. Por esse motivo, começámos a investigação precisamente pelo topo do edifício.
Durante a inspeção, verificámos que não existe qualquer tubo de queda na zona central. Pelo contrário, as caleiras apresentam pendentes que conduzem a água para as extremidades.
Assim, descartámos a hipótese de uma prumada pluvial atravessar a zona afetada. De seguida, passámos a analisar a coluna técnica existente nas frações superiores.
Para avaliar a coluna técnica, utilizámos um scan de humidade na fração 1.º Frente. Primeiro, analisámos a parede junto à prumada, a cerca de 1,5 metros de altura.
Contudo, as leituras não apresentaram valores anómalos. Portanto, não encontrámos sinais de humidade ativa nessa zona no momento da inspeção.
De seguida, realizámos uma análise termográfica. Para isso, acionámos água quente na cozinha da fração 2.º Frente durante aproximadamente 10 minutos.
Como resultado, a resposta térmica permitiu identificar a coluna como a prumada de esgotos das cozinhas. Assim sendo, confirmámos que esta tubagem não pertence ao sistema de drenagem da cobertura.
Além disso, a termografia não apresentou alterações compatíveis com uma fuga. Por conseguinte, considerámos pouco provável que a rede de esgotos esteja na origem dos danos no hall.
Mais importante ainda, o comportamento da anomalia reforça esta conclusão. Afinal, a entrada de água ocorre apenas durante períodos de precipitação intensa. Deste modo, a Deteção de fugas de água em Benfica, Lisboa passou a concentrar-se na envolvente exterior.
Depois de excluirmos as hipóteses anteriores, direcionámos a pesquisa para os terraços e para a fachada do primeiro andar. Estas áreas encontram-se diretamente acima do hall.
Além disso, uma infiltração exterior pode surgir através de vários pontos. Por exemplo, juntas degradadas, remates de impermeabilização, caixilharias e ligações entre materiais podem facilitar a entrada de água.
Por isso, recomendamos uma inspeção detalhada dos pavimentos dos terraços. Ao mesmo tempo, devemos verificar ralos, sumidouros e respetivas ligações.
Da mesma forma, a fachada necessita de uma análise específica. Fissuras, juntas abertas e falhas de selagem podem permitir a entrada de água quando existe chuva acompanhada por vento.
Assim, a investigação deixou de se concentrar nas tubagens. Em contrapartida, passámos a analisar as zonas exteriores com maior probabilidade de originar a infiltração.
Desta forma, a Deteção de fugas de água em Benfica, Lisboa avançou para uma segunda fase. Nesta etapa, os ensaios controlados assumem particular importância para confirmar a origem da entrada de água.
Para localizar o ponto de entrada de água, recomendamos a realização de testes de carga nos terraços situados diretamente acima do hall. Primeiro, devemos analisar cada área exterior de forma individual.
Depois, podemos aplicar uma carga de água controlada e acompanhar a evolução das zonas interiores. Durante esse período, realizaremos novas leituras com o scan de humidade.
Além disso, utilizaremos a termografia para identificar eventuais alterações térmicas nas áreas afetadas. Assim, conseguimos comparar os resultados obtidos antes, durante e depois do ensaio.
Ao mesmo tempo, vamos verificar os ralos e sumidouros. Consequentemente, será possível confirmar se o sistema consegue escoar corretamente a água ou se existem zonas de acumulação junto aos remates.
Por outro lado, também devemos analisar as ligações entre o pavimento e a fachada. Juntas, soleiras e interfaces entre materiais constituem pontos particularmente sensíveis à entrada de água.
Por conseguinte, estes procedimentos permitem transformar uma suspeita numa investigação controlada. Desta maneira, a Deteção de fugas de água em Benfica, Lisboa poderá determinar a origem da infiltração sem recorrer imediatamente a demolições.
A investigação confirmou uma relação direta entre a entrada de água no hall e os períodos de chuva intensa. Além disso, o problema desaparece quando as condições meteorológicas melhoram.
Entretanto, descartámos a existência de um tubo de queda na zona central da cobertura. Da mesma forma, os ensaios de humidade e termografia permitiram excluir a prumada de esgotos como origem provável.
Por isso, consideramos mais provável uma falha de estanqueidade nos terraços ou na fachada do primeiro andar. Entre os pontos a verificar encontram-se juntas, remates, caixilharias e sistemas de drenagem.
Em primeiro lugar, recomendamos testes de carga nos terraços superiores. Durante os ensaios, a equipa deverá acompanhar a evolução da humidade e comparar os resultados entre as áreas interiores e exteriores.
De seguida, recomendamos uma inspeção detalhada da fachada, incluindo fissuras, juntas e ligações entre diferentes materiais. Além disso, deverá ser verificado o estado dos ralos e sumidouros.
Caso os ensaios não sejam conclusivos, poderemos avançar para uma sondagem destrutiva pontual no teto falso do hall. Assim, será possível observar diretamente as camadas construtivas e acompanhar o eventual percurso da água.
Por fim, a Deteção de fugas de água em Benfica, Lisboa deve seguir uma sequência lógica. Primeiro, aplicamos métodos não destrutivos. Depois, recorremos a uma abertura localizada apenas quando os ensaios anteriores não permitem determinar a origem com segurança.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos precisos com scan de humidade, câmara térmica e ensaios de carga, identificando a origem exata de fugas de água e infiltrações. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
Zonas de atendimento: Benfica • Carnide • Pontinha • Damaia • Amadora • Reboleira • Lisboa.
A confirmação é feita através de análise visual direta à cobertura, verificando a existência e o percurso dos tubos de queda e o sentido das pendentes das caleiras. Neste caso em Benfica, verificou-se que os algerozes se localizam apenas nas extremidades do edifício, afastados da zona afetada. Desta forma, foi possível descartar esta hipótese com segurança técnica.
O ensaio de carga consiste no alagamento controlado de uma superfície, como um terraço, mantendo-a sob água durante um período mínimo de 72 horas para reproduzir condições de chuva intensa. Neste caso em Benfica, este teste foi recomendado para confirmar a origem da infiltração no hall de entrada. Por conseguinte, permite identificar com precisão os pontos reais de entrada de água.
Sim, este comportamento é típico de falhas de estanquidade em elementos exteriores, como juntas de dilatação, remates de impermeabilização ou fixações na fachada. Neste caso em Benfica, a cessação da infiltração com a melhoria do tempo reforçou a hipótese de origem exterior, ao nível do terraço do 1.º andar. Com efeito, este padrão orientou diretamente as recomendações técnicas do relatório.
O acionamento de água quente permite visualizar, através da câmara térmica, o percurso exato de uma tubagem oculta na estrutura do edifício. Neste caso em Benfica, esta técnica confirmou que a coluna técnica correspondia à prumada de esgotos e não a uma drenagem pluvial. Adicionalmente, este método evita intervenções destrutivas desnecessárias para identificar redes ocultas.
Sim, o relatório técnico da Fermorel é certificado e aceite por seguradoras, condomínios e processos de mediação entre partes. Neste caso em Benfica, o documento sustenta tecnicamente as hipóteses descartadas e as recomendações apresentadas para confirmação da origem. Por esse motivo, este relatório facilita a atribuição de responsabilidades entre frações e áreas comuns.
Copyright 2012 - 2027 © Fermorel Lda
Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo.
Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa: www.centroarbitragemlisboa.pt
Mais informações em: www.consumidor.pt