Realizámos uma Deteção de fugas de água em Alvalade, Lisboa para identificar a origem dos danos por água nas frações 7.º D e 6.º D.
Primeiro, analisámos a fração 7.º D. A responsável relatou entrada de água pela janela da sala durante períodos de chuva intensa. Além disso, já tinha aplicado alguns produtos para reduzir a infiltração, mas sem resultados significativos.
Na inspeção visual, observámos empolamento da pintura e alteração da coloração junto à janela. De seguida, utilizámos uma câmara termográfica e um scan de humidade para avaliar o comportamento do suporte.
As leituras junto à janela apresentaram níveis reduzidos, compatíveis com um processo de secagem. No entanto, a análise da caixilharia revelou ausência de selagem entre os perfis e as pedras de cantaria.
Além disso, as cantarias apresentavam fissuras visíveis e sinais de reparações anteriores. Assim, tornou-se necessário analisar também a fachada exterior para determinar os pontos de entrada de água.
Depois da inspeção da fração 7.º D, descemos ao piso inferior para analisar a fração 6.º D. Segundo o responsável, os danos existentes no teto da sala poderiam estar relacionados com a fração superior.
Durante a inspeção visual, verificámos fissuras e alteração da coloração da pintura junto à fachada. Em seguida, realizámos uma análise termográfica e identificámos uma anomalia térmica localizada no teto.
Além disso, o scan de humidade apresentou valores reduzidos a meia altura das paredes. Porém, junto ao rodapé encontrámos níveis baixos e, precisamente na zona da anomalia térmica, registámos valores moderados no teto.
Este comportamento é compatível com um processo de secagem. Ainda assim, a concentração localizada de humidade indicava que a zona tinha recebido água anteriormente.
Por isso, continuámos a pesquisa pelo exterior do edifício. Desta forma, procurámos comparar os pontos afetados nas duas frações com as respetivas zonas da fachada.
Assim, a Deteção de fugas de água em Alvalade, Lisboa avançou para uma inspeção aérea detalhada da envolvente exterior.
Para avaliar a envolvente exterior, utilizámos um drone de alta resolução. Primeiro, analisámos a zona da caixilharia correspondente à fração 7.º D.
As imagens revelaram ausência de selagem em praticamente todo o perímetro da caixilharia. Além disso, os pontos de fixação dos perfis estavam visíveis, criando zonas vulneráveis à entrada de água.
De seguida, observámos as juntas entre as pedras de cantaria. Algumas apresentavam degradação e reparações pontuais sem continuidade. Também identificámos fissuras nas próprias pedras.
Por outro lado, a interface entre a cantaria e o revestimento da fachada apresentava várias fissuras. Esta situação merece especial atenção porque a pedra natural e o reboco apresentam diferentes comportamentos perante as variações de temperatura.
Quando esta transição recebe apenas pintura, o acabamento não consegue acompanhar adequadamente esses movimentos. Consequentemente, podem surgir novas fissuras e vias de entrada para a água da chuva.
Além disso, os danos observados no interior são compatíveis com este mecanismo. Assim, a Deteção de fugas de água em Alvalade, Lisboa permitiu relacionar as falhas da fachada com as patologias identificadas nas frações.
Com base nos ensaios realizados, concluímos que os danos existentes nas frações 7.º D e 6.º D apresentam origem externa e estão relacionados com a entrada de águas pluviais através da fachada.
Em primeiro lugar, identificámos uma deficiência generalizada na selagem da caixilharia. A ausência de vedação entre os perfis e as cantarias permite que a água entre pelos pontos de ligação e pelas zonas de fixação.
Em segundo lugar, encontrámos fissuras e degradação nas cantarias. Além disso, algumas intervenções anteriores utilizaram materiais de forma localizada, sem garantir uma reparação contínua de toda a interface.
Por fim, verificámos uma incompatibilidade entre a cantaria e o reboco. Como estes materiais apresentam diferentes movimentos de dilatação e retração, a simples pintura não consegue garantir uma transição duradoura.
Por outro lado, os níveis de humidade baixos ou moderados registados no momento da inspeção não eliminam a existência da infiltração. Pelo contrário, os valores são compatíveis com um período de secagem após os episódios de chuva.
Assim, a investigação demonstrou que os pontos de entrada de água continuam presentes. Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Alvalade, Lisboa permitiu definir com maior precisão as zonas que necessitam de intervenção.
Para corrigir as anomalias, recomendamos começar pela caixilharia da fração 7.º D. Primeiro, deverá ser removido o material de selagem degradado existente entre os perfis e as cantarias.
De seguida, deverá ser executada uma nova selagem perimetral contínua com um selante elástico adequado para utilização exterior. Desta forma, será possível reduzir as vias de entrada de água junto aos perfis.
Além disso, recomendamos a remoção dos remendos anteriores nas cantarias. Depois, as pedras deverão receber uma preparação adequada e um tratamento compatível com o tipo de material.
Nas fissuras existentes entre as cantarias e a alvenaria, deverá aplicar-se uma solução capaz de acompanhar os movimentos diferenciais. Para isso, poderá utilizar-se uma junta técnica com mastique de poliuretano ou um sistema elástico de ponte de fissuras com rede de fibra de vidro.
Também recomendamos a reparação das fissuras existentes nas próprias pedras e a revisão de todas as juntas periféricas. Assim, a intervenção deverá abranger a totalidade da zona vulnerável, em vez de se limitar aos pontos onde os danos já são visíveis no interior.
Depois da correção exterior, será necessário acompanhar os níveis de humidade nas frações 6.º D e 7.º D. Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Alvalade, Lisboa deverá terminar com uma nova verificação técnica que confirme a secagem dos suportes e a eficácia das medidas corretivas.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos precisos com scan de humidade, câmara térmica e drone, identificando a origem exata de fugas de água e infiltrações. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
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A identificação é feita através de inspeção visual detalhada à selagem entre os perfis e as cantarias, complementada com scan de humidade e análise termográfica. Neste caso em Alvalade, confirmou-se a ausência total de selagem perimetral em ambas as janelas da fração 7.º D. Desta forma, foi possível identificar com precisão os pontos vulneráveis à entrada de água.
Surgem quando materiais com coeficientes de dilatação distintos, como a pedra natural e o reboco, não têm entre si um material de transição com capacidade elástica adequada. Neste caso em Alvalade, a zona foi apenas recoberta com pintura, sem qualquer reforço técnico, o que tornou a fissuração inevitável. Por conseguinte, estas fissuras tornaram-se vias preferenciais para a entrada de água pluvial.
Sim, a água pode propagar-se através da laje e dos elementos construtivos adjacentes, manifestando-se em tetos e paredes de frações situadas em pisos inferiores. Neste caso em Alvalade, os danos na fração 6.º D estavam diretamente relacionados com as falhas de estanquidade identificadas na fração 7.º D. Com efeito, a análise integrada entre ambas as frações foi essencial para confirmar esta relação.
Uma selagem inadequada permite a entrada direta de água pluvial pelos pontos de ligação e pelos furos de fixação dos perfis, comprometendo a estanquidade da fachada. Neste caso em Alvalade, esta deficiência foi identificada como uma das três causas principais das infiltrações verificadas. Adicionalmente, a correta selagem com selante de poliuretano é essencial para garantir a durabilidade da solução.
Sim, o relatório técnico da Fermorel é certificado e aceite por seguradoras, condomínios e processos de mediação entre partes. Neste caso em Alvalade, o documento sustenta tecnicamente a origem das infiltrações e as intervenções recomendadas na caixilharia e cantarias. Por esse motivo, este relatório facilita a atribuição de responsabilidades entre frações e áreas comuns.
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