Realizámos uma Deteção de fugas de água em Belém, Lisboa para identificar a origem dos danos por água no quarto, escritório, cozinha e instalação sanitária da fração.
Primeiro, analisámos o quarto, onde encontrámos empolamento da pintura, fissuras, degradação do estuque e manchas escuras associadas a fungos. Além disso, o scan de humidade revelou valores moderados junto à caixilharia.
À medida que afastámos o equipamento da janela e avançámos para o teto, os níveis diminuíram. Assim, os resultados apontaram para uma relação entre a humidade e a envolvente exterior.
De seguida, utilizámos uma câmara termográfica. Identificámos anomalias térmicas junto a uma coluna e na proximidade do teto, o que pode indicar uma deficiência na caixa de ar ou no isolamento.
Por isso, analisámos detalhadamente a caixilharia e as cantarias. Verificámos falhas de selagem entre as pedras e também deficiências na ligação entre o suporte do guarda-corpos e a cantaria.
Como o acesso exterior apresentava limitações, recorremos posteriormente a um drone. Desta forma, conseguimos ampliar a Deteção de fugas de água em Belém, Lisboa e observar a fachada sem desmontagens desnecessárias.
Depois da inspeção do quarto, passámos para o escritório. Nesta divisão, encontrámos novamente empolamento da pintura, degradação do estuque, alteração da coloração e manchas escuras junto à fachada e à caixilharia.
De seguida, medimos a humidade com o scanner. Junto ao rodapé, os valores eram extremamente baixos, enquanto numa zona próxima da caixilharia registámos níveis entre baixos e moderados.
Além disso, realizámos uma análise termográfica. Apenas identificámos uma ligeira diferença térmica junto ao pavimento, sem relevância técnica significativa naquele momento.
Posteriormente, analisámos a instalação sanitária. O teto apresentava empolamento da pintura e uma parte significativa era constituída por placas de gesso cartonado.
Como o pladur apresenta características que limitam este tipo de medição por indução, não obtivemos leituras conclusivas diretamente no teto. Por isso, analisámos as paredes adjacentes.
Nessas paredes, o scanner não revelou valores indicativos de humidade. Assim, os resultados não apontaram para uma infiltração ativa proveniente da cobertura nesta fase da Deteção de fugas de água em Belém, Lisboa.
Em seguida, analisámos a zona de cozinha e sala em open space. Junto a uma das janelas, encontrámos degradação do estuque. Além disso, as paredes próximas da varanda apresentavam empolamento e degradação junto ao rodapé.
O scan de humidade revelou níveis entre baixos e moderados nas paredes em contacto com a varanda. Como os valores se concentravam junto ao pavimento, o padrão era compatível com humidade por capilaridade.
Por isso, passámos à inspeção da varanda. Verificámos a existência de um deck instalado sobre o pavimento original e de uma cortina de vidro deslizante em todo o perímetro.
Contudo, não conseguimos identificar claramente um sistema funcional de drenagem das águas pluviais. Além disso, a instalação da cortina de vidro poderá ter alterado ou parcialmente obstruído o escoamento original da varanda.
Ao mesmo tempo, os perfis entre os painéis de vidro apresentavam degradação, perda de integridade e destacamentos. Consequentemente, estes pontos podem facilitar a entrada de água para o interior da varanda.
Assim, a Deteção de fugas de água em Belém, Lisboa identificou uma possível retenção prolongada de água sob o deck. Essa água pode ser absorvida pelas paredes e provocar os danos observados junto aos rodapés.
Depois da análise interior, realizámos uma inspeção exterior com drone, concentrando a pesquisa na fachada e na empena junto às zonas afetadas.
Durante o levantamento, identificámos fissuras nas pedras naturais das cantarias e degradação das juntas entre as peças. Além disso, encontrámos falhas na ligação entre os perfis dos estores e as cantarias.
Também observámos falhas de selagem entre a caixilharia e as pedras. Da mesma forma, os pontos de fixação dos guarda-corpos apresentavam zonas vulneráveis à entrada de água.
Outro aspeto relevante corresponde às fissuras entre a cantaria e o revestimento da fachada. Como estes materiais apresentam comportamentos diferentes perante a dilatação térmica, esta interface necessita de uma solução elástica adequada.
Por outro lado, encontrámos empolamentos na pintura da fachada e uma anomalia localizada com pontos escurecidos no interior. Embora não tenha sido possível determinar a origem desta última ocorrência, a sua presença justifica uma análise complementar.
Consequentemente, os resultados da Deteção de fugas de água em Belém, Lisboa apontam para múltiplos pontos vulneráveis na fachada, nas caixilharias e na varanda.
A investigação demonstrou que os danos da fração resultam de diferentes falhas na envolvente exterior. No quarto e no escritório, a entrada de água está relacionada sobretudo com as caixilharias, cantarias e respetivos pontos de ligação.
Além disso, a análise térmica identificou zonas que podem apresentar pontes térmicas ou deficiências na caixa de ar. Assim, estes pontos poderão favorecer fenómenos de condensação e agravar os danos existentes.
Na varanda, por outro lado, o deck e a cortina de vidro alteraram o sistema original de escoamento. Consequentemente, a acumulação de água pode provocar infiltrações prolongadas nas paredes interiores.
Por isso, recomendamos a remoção dos selantes degradados e a execução de uma selagem técnica contínua nas cantarias, caixilharias, perfis de estores e pontos de fixação dos guarda-corpos.
Além disso, as fissuras das pedras e da fachada devem receber tratamento compatível com os respetivos suportes. Nas interfaces entre materiais diferentes, poderá utilizar-se uma solução elástica que acompanhe os movimentos e mantenha a estanqueidade.
Na varanda, será necessário verificar o sistema de drenagem e garantir que a cortina de vidro não impede o escoamento. Também recomendamos a substituição dos perfis e vedantes degradados por componentes com proteção adequada contra a radiação UV.
Finalmente, a Deteção de fugas de água em Belém, Lisboa deve ser complementada com novas medições após as reparações. Desta forma, será possível acompanhar a secagem dos suportes e confirmar a eficácia das medidas corretivas antes da reposição dos acabamentos interiores.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos precisos com scan de humidade, câmara térmica e drone, identificando a origem exata de fugas de água e infiltrações. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
Zonas de atendimento: Belém • Ajuda • Alcântara • Restelo • Benfica • Algés • Lisboa.
Ocorre quando uma alteração construtiva, como a instalação de um deck ou cortina de vidro, compromete o sistema original de drenagem de águas pluviais, gerando acumulação de água. Neste caso em Belém, a água represada sob o deck infiltrou-se por capilaridade nas paredes interiores da fração. Desta forma, foi possível relacionar diretamente esta alteração com os danos verificados junto aos rodapés.
O scanner de humidade é um equipamento não destrutivo que mede os níveis de humidade em diferentes materiais até cerca de 10 cm de profundidade. Neste caso em Belém, este equipamento permitiu localizar com precisão os pontos de maior concentração de humidade em várias zonas da fração. Por conseguinte, orientou a investigação para a caixilharia e para a varanda como principais focos de infiltração.
Sim, a ausência de selagem entre os perfis de caixilharia e as pedras de cantaria permite a entrada direta de água pluvial para o interior da estrutura. Neste caso em Belém, esta deficiência foi identificada em múltiplos pontos, nomeadamente junto ao quarto, ao escritório e à janela da cozinha. Com efeito, a correção desta selagem é essencial para eliminar os pontos de entrada de água.
A inspeção por drone permite avaliar zonas de difícil acesso na fachada, identificando fissuras, empolamentos e deficiências de selagem sem necessidade de andaimes ou intervenções invasivas. Neste caso em Belém, esta técnica confirmou diversas anomalias na fachada e nas cantarias em contacto com as zonas afetadas. Adicionalmente, permitiu obter uma visão global do estado de conservação da envolvente exterior.
Sim, o relatório técnico da Fermorel é certificado e aceite por seguradoras, condomínios e processos de mediação entre partes. Neste caso em Belém, o documento sustenta tecnicamente a origem das infiltrações e as intervenções recomendadas na fachada e na varanda. Por esse motivo, este relatório facilita a resolução célere de eventuais reclamações relacionadas com o sinistro.
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