Realizámos uma Deteção de fugas de água em Rio de Mouro para identificar a origem dos danos por água existentes na fração 2.º Direito.
Primeiro, analisámos a sala, que se encontra diretamente sob a cobertura. As paredes e o teto apresentavam empolamento da pintura, alteração da coloração e manchas escuras associadas à presença de fungos.
De seguida, utilizámos um scan de humidade. Contudo, as leituras não revelaram valores elevados nas paredes ou no teto.
Apesar disso, os danos existentes permaneciam evidentes. Além disso, já tinham decorrido várias semanas sem precipitação intensa. Assim, os valores reduzidos de humidade resultavam do processo de secagem dos materiais após os episódios de chuva.
Na cozinha encontrámos patologias semelhantes. Também observámos danos no quarto e no corredor, enquanto o sótão apresentava marcas evidentes de entrada e escorrimento de água.
Por isso, a Deteção de fugas de água em Rio de Mouro passou a concentrar-se na cobertura e na estrutura do telhado, onde poderia estar a origem dos danos.
Para avaliar a cobertura sem desmontagens iniciais, utilizámos um drone com câmara de alta resolução. Desta forma, conseguimos analisar o telhado e os pontos correspondentes às zonas afetadas no interior.
Verificámos que a cobertura utiliza telha cerâmica tipo Lusa e não apresenta caleiras na extremidade do telhado. Em contrapartida, o remate lateral utiliza muretes.
Durante a inspeção, observámos várias telhas desencaixadas. Consequentemente, durante períodos de chuva intensa, a água pode entrar diretamente na cobertura ou sofrer refluxo através dos encaixes.
Além disso, junto às chaminés, as telhas encontravam-se demasiado próximas da alvenaria. Assim, a manutenção e o correto funcionamento das zonas de remate ficam comprometidos.
Também identificámos uma tela de alumínio deformada e com empolamentos. Em alguns pontos, a superfície apresentava sinais de degradação e perfuração.
Posteriormente, verificámos a aplicação de uma pele elástica de cor telha sobre essa tela de alumínio. Contudo, a base apresentava sinais de falta de aderência e degradação. Por isso, esta solução não garante uma impermeabilização estável e duradoura.
Depois da inspeção exterior, analisámos as condições do suporte do telhado. Na zona frontal, verificámos um desnível orientado para o interior da cobertura.
Este comportamento pode indicar deformação ou cedência da estrutura. Além disso, o desalinhamento explica parcialmente o desencaixe das telhas observado durante a inspeção aérea.
De seguida, entrámos no sótão da fração 2.º Direito. Encontrámos várias marcas de escorrimento de água nas paredes, confirmando a entrada de grandes volumes de água durante períodos de precipitação.
Além disso, algumas zonas do forro em madeira encontravam-se soltas. Em determinados pontos, os barrotes estavam visíveis e apresentavam coloração escura e fissuras.
Também observámos ondulações acentuadas no forro. Consequentemente, estes sinais indicam que a estrutura de madeira já não suporta corretamente alguns elementos da cobertura.
Assim, a investigação revelou não apenas um problema de estanqueidade, mas também sinais de degradação estrutural. Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Rio de Mouro identificou uma situação que exige intervenção antes de qualquer simples reparação estética da cobertura.
Com base na análise visual, no scan de humidade e no levantamento aéreo, concluímos que os danos da fração 2.º Direito têm origem na cobertura e na estrutura de suporte do telhado.
Em primeiro lugar, as telhas tipo Lusa apresentam vários pontos de desencaixe. Além disso, o plano da cobertura apresenta um desnível que poderá resultar da cedência da estrutura.
Por outro lado, os danos observados no sótão confirmam a degradação dos elementos de madeira. Os barrotes apresentam sinais de apodrecimento, fendilhação e perda de capacidade de suporte.
Consequentemente, a deformação estrutural contribui para o deslocamento das telhas. Durante episódios de chuva intensa, esta condição facilita a entrada de água e pode favorecer fenómenos de refluxo para o interior.
Também identificámos uma solução de impermeabilização problemática junto aos muretes e chaminés. A aplicação da pele elástica sobre uma tela de alumínio degradada, perfurada e sem aderência suficiente compromete a eficácia do sistema.
Além disso, uma base instável pode provocar novas fissuras, empolamentos e perda de aderência. Assim, a simples reaplicação de uma membrana sobre o sistema existente não resolve a origem da patologia.
Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Rio de Mouro demonstra a necessidade de corrigir primeiro a estrutura e a geometria da cobertura, antes de executar qualquer novo sistema de impermeabilização.
Perante a degradação observada, recomendamos uma intervenção prioritária na estrutura da cobertura. Primeiro, deverão ser escoradas as zonas mais críticas do forro do sótão, sobretudo onde existam deformações ou risco de desprendimento.
De seguida, deverá ser avaliada a necessidade de substituir os barrotes e ripas degradados. Quando a capacidade resistente da madeira já não permite garantir a segurança, será necessário substituí-la por elementos novos, devidamente tratados ou por uma solução estrutural compatível.
Além disso, deverá corrigir-se o desnível existente no plano do telhado. Assim, as telhas poderão recuperar o correto alinhamento e encaixe, reduzindo o risco de entrada de água.
Também recomendamos a remoção integral da pele elástica e das telas de alumínio degradadas nas zonas dos muretes e das chaminés. Depois, deverá executar-se um novo sistema de impermeabilização sobre um suporte estável, limpo e devidamente preparado.
Nos pontos singulares, será necessário executar novos remates e calhas compatíveis com a geometria da cobertura. Ao mesmo tempo, as zonas junto às chaminés devem permitir a correta drenagem da água e facilitar futuras ações de manutenção.
Por fim, todas as telhas desencaixadas deverão ser reposicionadas ou substituídas quando apresentarem danos. Depois da intervenção, recomendamos uma nova inspeção e, sempre que possível, um ensaio controlado de estanqueidade.
Desta forma, a Deteção de fugas de água em Rio de Mouro deverá resultar numa intervenção completa, corrigindo simultaneamente a entrada de água, a deformação da cobertura e a degradação estrutural identificada no sótão.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos precisos com scan de humidade e inspeção por drone, identificando a origem exata de fugas de água e infiltrações em coberturas. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
Zonas de atendimento: Rio de Mouro • Sintra • Algueirão-Mem Martins • Massamá • Cacém • Queluz • Lisboa.
A identificação é feita através de análise visual, scan de humidade e inspeção aérea com drone, que permite avaliar o estado do telhado sem necessidade de andaimes. Neste caso em Rio de Mouro, a análise por drone confirmou telhas desencaixadas e falhas de impermeabilização diretamente relacionadas com os danos internos. Desta forma, foi possível confirmar a cobertura como origem exclusiva da infiltração.
Os fabricantes exigem um suporte limpo, seco e coeso para garantir a aderência do produto; aplicar sobre uma base degradada e sem aderência encapsula a humidade residual. Neste caso em Rio de Mouro, esta prática incorreta acelerou a rotura do revestimento e tornou a impermeabilização totalmente ineficaz. Por conseguinte, recomenda-se a remoção integral do material antes de qualquer nova aplicação.
Sim, a infiltração contínua de água pode provocar apodrecimento e perda de capacidade de carga dos elementos de madeira da estrutura do telhado. Neste caso em Rio de Mouro, verificou-se degradação severa dos barrotes, com fissuração e cedência da estrutura do sótão. Com efeito, a intervenção urgente de escoramento foi recomendada para mitigar o risco de colapso local.
O drone permite uma análise aérea detalhada de toda a cobertura, identificando telhas desencaixadas, falhas de impermeabilização e anomalias em zonas de difícil acesso. Neste caso em Rio de Mouro, esta técnica foi determinante para identificar o desencaixe generalizado das telhas tipo lusa. Adicionalmente, evita a necessidade de montagem de andaimes para uma primeira avaliação.
Sim, o relatório técnico da Fermorel é certificado e aceite por seguradoras, condomínios e processos de mediação entre partes. Neste caso em Rio de Mouro, o documento sustenta tecnicamente a origem estrutural das infiltrações e as intervenções urgentes recomendadas. Por esse motivo, este relatório é essencial para sustentar processos de reparação ou responsabilização de terceiros.
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