Realizámos uma Deteção de fugas de água em Paço de Arcos para identificar a origem dos danos provocados por água nas diferentes frações do edifício. A investigação contou ainda com acompanhamento técnico de um engenheiro.
Segundo as informações recolhidas, as infiltrações aumentam durante períodos de chuva intensa. Por isso, começámos a análise pelas envolventes exteriores, utilizando um drone com câmara de alta resolução.
Primeiro, analisámos a cobertura, responsável por receber grande parte das águas pluviais. Verificámos uma cobertura composta por três águas, claraboia, caleiras e muretes.
Durante a inspeção, encontrámos telas de alumínio revestidas com uma membrana elástica de cor telha. Contudo, a tela apresentava ondulações e empolamentos, indicando perda de aderência e possível presença de humidade sob o revestimento.
Além disso, observámos várias fissuras nos muretes e uma fiada de telhas Lusa desalinhada e desencaixada. Consequentemente, estas anomalias podem facilitar a entrada e o refluxo das águas pluviais.
Assim, a Deteção de fugas de água em Paço de Arcos revelou desde logo várias deficiências na cobertura que justificavam uma investigação mais aprofundada.
De seguida, analisámos os remates entre as telhas, os muretes e as caleiras. Verificámos que várias telhas se encontram demasiado próximas dos muretes, dificultando a manutenção e o correto encaminhamento da água.
Além disso, a última fiada de telhas apresenta um posicionamento inadequado junto às caleiras. Durante períodos de chuva intensa, esta configuração pode provocar refluxo e transbordo para fora do sistema de drenagem.
Também identificámos problemas na zona da chaminé. Existem fissuras, furos de fixação expostos, degradação da pintura e corrosão significativa na escada metálica de acesso.
Por outro lado, a claraboia apresenta um estado de conservação preocupante. A estrutura metálica mostra corrosão generalizada e a massa de fixação dos vidros encontra-se fissurada, ressequida e parcialmente destacada.
Além disso, verificámos a utilização de vidro simples numa cobertura inclinada sobre zonas acessíveis. Por isso, esta solução merece uma intervenção prioritária para melhorar a segurança e a estanqueidade do conjunto.
Desta forma, a Deteção de fugas de água em Paço de Arcos identificou problemas que ultrapassam a simples entrada de água, abrangendo também aspetos de segurança, manutenção e conservação da cobertura.
Posteriormente, analisámos a cobertura da marquise da fração do 4.º andar. Verificámos que o painel sandwich não possui um perfil frontal de remate adequado, deixando o núcleo isolante exposto às intempéries.
Além disso, foi criada uma segunda cobertura com perfis metálicos e chapa lacada. Contudo, as zonas de transição apresentam excesso de selante degradado e soluções que não garantem uma proteção contínua.
Na fachada e na empena, encontrámos fissuras, perda de material e falhas nas selagens das cantarias e caixilharias. Assim, existem vários pontos vulneráveis à entrada de água durante períodos de precipitação intensa.
Na varanda da fração do 4.º andar, também verificámos uma tela de alumínio parcialmente descolada. O ensaio de percussão identificou várias zonas com som oco no pavimento, indicando possível falta de aderência do revestimento.
Além disso, as pendentes apresentam valores muito reduzidos. Consequentemente, a água pode permanecer sobre o pavimento em vez de seguir rapidamente para os pontos de drenagem.
Por outro lado, o revestimento em xisto da fachada apresenta vazios entre as peças e o suporte. Desta forma, a água pode penetrar atrás do revestimento e permanecer acumulada nas cavidades.
Assim, a Deteção de fugas de água em Paço de Arcos passou a abranger não apenas a cobertura, mas também as fachadas, caixilharias, terraços e respetivos pontos de transição.
Depois da análise exterior, avaliámos os interiores de várias frações. No 3.º andar, a sala apresentou níveis extremamente elevados de humidade numa parede em contacto com a fachada.
Além disso, nessa mesma zona existe a passagem de um tubo de algeroz, que faz a transição para o exterior. Por isso, este ponto constitui um dos principais indicadores de uma infiltração ativa.
No 3.º andar também encontrámos danos na marquise e no quarto. Já no 2.º andar observámos patologias semelhantes, sobretudo nas zonas associadas à empena e às caixilharias.
No rés-do-chão, os quartos da fachada frontal apresentaram baixos níveis de humidade junto ao rodapé. Este comportamento é compatível com humidade ascendente por capilaridade.
Na zona tardoz do rés-do-chão, encontrámos níveis baixos, moderados e elevados em diferentes elementos. Além disso, observámos gotejamentos significativos durante períodos de chuva, reforçando a influência das zonas exteriores superiores.
Também encontrámos sinais de humidade junto a instalações sanitárias no 1.º andar. As deficiências nas selagens da base de duche podem contribuir para alguns dos danos interiores, embora não expliquem todas as patologias do edifício.
Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Paço de Arcos demonstra a existência de múltiplas origens e fatores agravantes, incluindo cobertura, fachadas, terraços, caixilharias, drenagem pluvial e algumas instalações sanitárias.
Com base nos ensaios realizados, concluímos que o edifício apresenta uma degradação generalizada da envolvente exterior. As infiltrações não resultam de uma única causa, mas de várias anomalias que atuam em conjunto.
Em primeiro lugar, recomendamos a intervenção na claraboia, devido à corrosão da estrutura metálica e à degradação da fixação dos vidros. A solução deverá melhorar simultaneamente a segurança e a estanqueidade.
De seguida, deverão ser saneadas as caleiras e muretes. As telas de alumínio e membranas degradadas devem ser removidas quando perderam aderência. Posteriormente, será necessário executar um novo sistema de impermeabilização sobre um suporte estável e devidamente preparado.
Na cobertura inclinada, recomendamos a correção do alinhamento da fiada de telhas Lusa e a criação de condições adequadas de escoamento junto às caleiras. Além disso, deverá ser eliminado o risco de refluxo e facilitada a manutenção dos canais de drenagem.
Na prumada do algeroz em grés vitrificado, recomendamos uma abertura localizada para reparar ou substituir o troço danificado. Ao mesmo tempo, deverão ser corrigidas as selagens das caixilharias, cantarias, muretes e restantes interfaces exteriores.
Na fachada, será necessário reparar fissuras, fechar fendas e corrigir os vazios existentes no revestimento em xisto. Na varanda do 4.º andar, deverão também ser corrigidas as pendentes e reexecutado o sistema de impermeabilização.
Finalmente, recomendamos a reexecução das selagens das bases de duche e a implementação de um plano de manutenção preventiva das caleiras, algerozes e ralos. Assim, a Deteção de fugas de água em Paço de Arcos deverá culminar numa intervenção integrada, acompanhada por novas medições de humidade após a secagem dos suportes.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos precisos com scan de humidade, câmara térmica, drone e ensaio de percussão, identificando a origem exata de fugas de água e infiltrações. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
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A identificação é feita através de uma análise integrada, combinando inspeção aérea por drone, scan de humidade, termografia e ensaios de percussão em toda a envolvente exterior. Neste caso em Paço de Arcos, esta abordagem permitiu identificar múltiplas causas distintas, desde a cobertura até ao terraço do 4.º andar. Desta forma, foi possível elaborar um plano de intervenção completo para todo o edifício.
Uma anomalia numa prumada de algeroz pode manter humidade residual ativa na alvenaria envolvente, mesmo em períodos de estiagem prolongada. Neste caso em Paço de Arcos, a prumada em grés vitrificado da fração do 3.º andar apresentou os níveis de humidade mais elevados de todo o edifício. Por conseguinte, este ponto foi identificado como o de maior saturação hídrica ativa detetado na inspeção.
Sim, um pavimento praticamente nivelado impede o correto escoamento das águas pluviais, originando empoçamento e sobrecarga hidrostática sobre o sistema de impermeabilização. Neste caso em Paço de Arcos, o terraço do 4.º andar apresentava pendentes próximas de 0%, contrariando a regulamentação técnica em vigor. Com efeito, esta desconformidade foi confirmada pelos ensaios de percussão, que revelaram descolamento do revestimento cerâmico.
O drone permite uma análise aérea detalhada de toda a cobertura, identificando telas degradadas, telhas desencaixadas e anomalias em claraboias sem necessidade de andaimes. Neste caso em Paço de Arcos, esta técnica foi determinante para identificar múltiplas anomalias na cobertura e na marquise do 4.º andar. Adicionalmente, permite avaliar com segurança elementos de difícil acesso, como a claraboia degradada.
Sim, o relatório técnico da Fermorel é certificado e aceite por seguradoras, condomínios e processos de mediação entre partes. Neste caso em Paço de Arcos, o documento sustenta tecnicamente as múltiplas origens identificadas e as intervenções recomendadas para todo o edifício. Por esse motivo, este relatório é essencial para sustentar processos de reparação junto de administração de condomínio ou seguradoras.
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