Realizámos uma Deteção de fugas de água em Carnaxide para identificar a origem dos danos por água que afetavam a casa de banho da fração do 3.º andar.
Segundo os responsáveis, a fração suspeita encontrava-se no piso superior, no 4.º andar. Além disso, depois de o responsável dessa fração deixar de utilizar a base de duche, as humidades no piso inferior deixaram de surgir.
Este comportamento criou uma relação direta entre a zona húmida da casa de banho do 4.º andar e os danos anteriormente observados no 3.º andar.
Por isso, iniciámos a investigação pela casa de banho da fração superior. O objetivo consistia em distinguir uma possível fuga na canalização de uma falha de impermeabilização ou de selagem da zona do duche.
Para verificar a canalização que serve a base de duche, realizámos um teste de estanqueidade com um obturador pneumático insuflável.
Primeiro, isolámos a canalização junto ao sifão de pavimento. Em seguida, preenchemos o troço com água e adicionámos uma solução fluorescente de cor vermelha, reativa à luz ultravioleta.
Durante aproximadamente seis minutos, acompanhámos o volume de água existente no sistema. Não registámos qualquer redução do nível inicialmente aplicado.
Assim, o ensaio demonstrou que a canalização entre a base de duche e o sifão de pavimento mantém a estanqueidade. Consequentemente, não encontrámos evidências de uma fuga na tubagem de drenagem.
Depois do ensaio, concentrámos a análise na zona húmida. Encontrámos falhas de vedação no perímetro da base de duche, onde foi possível introduzir uma espátula entre o selante e o revestimento.
Além disso, a selagem em torno da válvula de drenagem também apresentava falta de aderência. Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Carnaxide direcionou a investigação para as falhas de impermeabilização superficial da zona do duche.
Durante a inspeção detalhada da zona de duche, encontrámos ainda uma fissura na junta entre peças cerâmicas. Esta descontinuidade cria uma possível via de passagem de água para as camadas inferiores.
Além disso, algumas peças cerâmicas apresentavam movimento relativamente ao suporte. Ao realizar a percussão manual, obtivemos um som oco, indicando falta de aderência do revestimento à parede.
Consequentemente, a água utilizada durante o duche pode alcançar zonas situadas atrás do revestimento. A situação torna-se mais relevante quando existem simultaneamente juntas fissuradas e selagens perimetrais degradadas.
De seguida, deslocámo-nos à fração do 3.º andar, onde os trabalhos de reparação já tinham corrigido os danos visíveis.
Mesmo assim, realizámos novas medições com o scan de humidade. A maioria das paredes apresentava valores baixos ou nulos junto ao teto, indicando um processo de secagem em curso.
Apenas encontrámos um ponto com humidade elevada junto à porta de entrada. Assim, os resultados confirmaram uma redução significativa da humidade após a suspensão da utilização do duche no piso superior.
Com base nos ensaios realizados, concluímos que a infiltração que afetava o 3.º andar não resulta de uma fuga na canalização de drenagem da base de duche.
O teste de estanqueidade com obturador pneumático demonstrou que o troço entre a base de duche e o sifão mantém o nível de água durante o ensaio. Portanto, não identificámos perdas através da tubagem.
Por outro lado, a inspeção visual revelou falhas significativas no sistema de proteção da zona húmida. A selagem entre a base de duche e os azulejos apresenta perda de aderência e permite a entrada de água.
Além disso, a união da válvula de drenagem com a base também apresenta falhas de selagem. Ao mesmo tempo, a fissura existente nas juntas cerâmicas facilita a passagem de água para trás do revestimento.
O revestimento cerâmico solto agrava ainda mais a situação. Assim, a combinação destas anomalias permite a passagem de água para os elementos construtivos e explica os danos anteriormente observados no piso inferior.
Por conseguinte, a Deteção de fugas de água em Carnaxide identificou como causa principal uma deficiência de impermeabilização e selagem na zona húmida da casa de banho do 4.º andar.
Para eliminar a origem da infiltração, recomendamos primeiro a remoção das peças cerâmicas que apresentem falta de aderência na zona envolvente à base de duche.
De seguida, o suporte deverá receber uma preparação adequada. Depois, será necessário aplicar um sistema de impermeabilização específico para zonas húmidas antes da colocação do novo revestimento cerâmico.
Além disso, todas as juntas fissuradas devem ser removidas e refeitas com uma argamassa de betumação adequada para ambientes húmidos. Desta forma, reduzimos as vias de entrada de água através do revestimento.
Na base de duche, recomendamos a remoção integral do selante existente. Após a limpeza das superfícies, deverá aplicar-se um selante de elevada elasticidade e aderência, adequado para contacto permanente com água e zonas sanitárias.
Também deverá ser refeita a selagem da válvula de drenagem. A ligação deve apresentar continuidade e estanqueidade, evitando a passagem de água para o interior do sistema construtivo.
Na fração do 3.º andar, recomendamos continuar a acompanhar a evolução da secagem. Por isso, novas leituras de humidade deverão confirmar a redução dos valores antes da conclusão dos acabamentos.
Assim, a Deteção de fugas de água em Carnaxide deverá ser seguida pela correção integral da zona húmida e pela validação da secagem da fração inferior, reduzindo significativamente o risco de reaparecimento das infiltrações.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos precisos com teste de estanquidade e scan de humidade, identificando a origem exata de fugas de água e infiltrações em zonas húmidas. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
Zonas de atendimento: Carnaxide • Linda-a-Velha • Queijas • Algés • Miraflores • Oeiras • Lisboa.
Consiste na obturação de um troço de canalização, seguida do preenchimento com água e um líquido fluorescente reativo à luz UV, para verificar se existe perda de volume ao longo do tempo. Neste caso em Carnaxide, este ensaio confirmou que a canalização da base de duche se encontrava totalmente estanque, sem qualquer perda de fluidos. Desta forma, foi possível descartar a canalização como origem da infiltração.
Sim, falhas na selagem perimetral entre a base de duche e o revestimento cerâmico permitem a entrada de água durante a utilização, mesmo com canalizações totalmente estanques. Neste caso em Carnaxide, o teste de estanquidade confirmou a integridade da canalização, apontando a impermeabilização superficial como causa exclusiva. Por conseguinte, a correção passou pela renovação da selagem e não por intervenção na canalização.
A identificação é feita através de inspeção visual e ao toque, verificando a emissão de som oco durante a percussão sobre o revestimento, indicativo de falta de aderência ao suporte. Neste caso em Carnaxide, este método confirmou que o revestimento da parede lateral da zona húmida se encontrava solto e deslocado. Com efeito, esta anomalia foi identificada como uma das causas complementares da infiltração.
O tempo de secagem varia consoante o grau de saturação hídrica dos materiais, sendo normalmente monitorizado com recurso a scan de humidade até à estabilização dos valores. Neste caso em Carnaxide, a interrupção da utilização do duche superior permitiu o início do processo de secagem, com apenas um foco residual pontual. Adicionalmente, a monitorização periódica é recomendada até se confirmarem valores de humidade nulos ou residuais.
Sim, o relatório técnico da Fermorel é certificado e aceite por seguradoras, condomínios e processos de mediação entre partes. Neste caso em Carnaxide, o documento sustenta tecnicamente a origem da infiltração na zona húmida do 4.º andar e as intervenções recomendadas. Por esse motivo, este relatório facilita a atribuição de responsabilidades entre frações.
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