Realizámos uma Deteção de fugas de água em Algueirão-Mem Martins para identificar a origem dos danos por água na cozinha e na sala de uma vivenda.
Segundo o responsável, a habitação apresenta construção recente. No entanto, durante períodos de chuva intensa surgem infiltrações e gotejamentos com volume significativo.
Por esse motivo, começámos a investigação pelas zonas exteriores situadas diretamente acima das áreas afetadas. Encontrámos um terraço onde uma intervenção de impermeabilização ficou inacabada.
Durante a inspeção, verificámos várias soluções de impermeabilização aplicadas em momentos diferentes. Assim, o terraço não apresenta atualmente um sistema contínuo e uniforme.
Além disso, encontrámos uma membrana elástica fibrada de cor cinzenta. Sobre essa membrana foi instalado um pavimento elevado para utilização exterior.
Contudo, algumas zonas do terraço favorecem a retenção de água. Consequentemente, a escolha do sistema impermeabilizante e a sua aplicação exigem uma análise técnica mais aprofundada.
De seguida, analisámos o comportamento do pavimento elevado sobre a impermeabilização. A água da chuva atravessa as juntas do revestimento e pode permanecer sobre a membrana durante períodos prolongados.
Além disso, verificámos zonas com bolhas e empolamentos na superfície impermeabilizada. Estes sinais podem estar relacionados com humidade residual, vapor retido ou pressão de água sob a película.
Também observámos pendentes insuficientes junto à fachada. Por isso, a água não é encaminhada de forma eficaz para os pontos de drenagem.
Ao mesmo tempo, a cobertura do primeiro andar descarrega águas pluviais sobre esta área. Assim, o volume de água que chega ao terraço aumenta durante os períodos de precipitação intensa.
Outro ponto crítico corresponde à porta de acesso ao terraço. A cota do pavimento encontra-se muito próxima dos perfis inferiores da caixilharia, reduzindo a proteção contra a entrada de água.
Consequentemente, a Deteção de fugas de água em Algueirão-Mem Martins identificou várias condições que favorecem a acumulação de água junto à fachada e às zonas de acesso ao interior.
Depois da análise do terraço, passámos à cobertura do primeiro andar. Removemos parcialmente algumas lajetas térmicas para observar o sistema de impermeabilização existente.
Durante essa inspeção, encontrámos uma membrana reforçada com rede de fibra de vidro. Contudo, em vários pontos, a rede apresentava poros expostos ou encontrava-se solta.
Assim, o sistema apresenta falhas de execução que podem comprometer a continuidade da impermeabilização. Além disso, a água pode alcançar a laje através das zonas onde a rede não ficou corretamente incorporada.
De seguida, analisámos as caleiras e encontrámos acumulação significativa de sujidade. Por isso, a drenagem das águas pluviais pode ficar comprometida durante episódios de chuva intensa.
Também verificámos fissuras e destacamentos nas juntas de poliuretano existentes nas chapas de coroamento dos muretes. Consequentemente, estes remates podem permitir novas entradas de água.
Na fachada, por outro lado, encontrámos revestimento em filetes de xisto natural. As juntas entre os elementos apresentavam fendas profundas e, em vários pontos, a colagem encontrava-se incompleta.
Além disso, o revestimento pétreo sobrepõe-se parcialmente aos perfis da caixilharia. Desta forma, a manutenção da selagem fica dificultada e aumenta o risco de infiltração nas interfaces ocultas.
Após a análise exterior, realizámos medições no interior da habitação. No primeiro andar, o scanner de humidade identificou níveis moderados a elevados junto ao pavimento das paredes em contacto com o terraço.
Além disso, encontrámos humidade nas zonas inferiores de um dos quartos adjacentes. Este padrão é compatível com a migração de água através da laje e com fenómenos de capilaridade.
No rés-do-chão, analisámos a cozinha através de uma abertura existente no teto. As leituras revelaram níveis muito elevados a moderados de humidade.
Ao mesmo tempo, observámos depósitos minerais junto à laje. Estes sinais são compatíveis com a circulação prolongada de água através dos elementos construtivos.
Por isso, concluímos que as infiltrações resultam de várias anomalias exteriores. No terraço, destacam-se a retenção de água, as pendentes inadequadas e a solução de impermeabilização pouco adequada às condições existentes.
Na cobertura do primeiro andar, identificámos falhas na incorporação da rede de fibra de vidro, juntas degradadas e problemas de drenagem. Já na fachada, os vazios existentes atrás do revestimento em xisto podem funcionar como canais de retenção e passagem de água.
Assim, a Deteção de fugas de água em Algueirão-Mem Martins permitiu relacionar os danos interiores com um conjunto de deficiências construtivas nas zonas exteriores superiores.
Para corrigir as infiltrações, recomendamos primeiro a intervenção no terraço. Deve remover-se o pavimento elevado e avaliar integralmente as camadas de impermeabilização existentes.
De seguida, deverá executar-se uma nova camada de forma com pendente adequada para os órgãos de drenagem. Além disso, a zona da soleira deve garantir um desnível suficiente para reduzir o risco de entrada de água junto à caixilharia.
Também será necessário utilizar um sistema de impermeabilização compatível com a existência de pavimento elevado e com a possibilidade de retenção de água. Por isso, a solução escolhida deve respeitar rigorosamente as condições indicadas pelo fabricante.
Na cobertura do primeiro andar, recomendamos o levantamento das lajetas térmicas e a correção das zonas onde a rede de fibra de vidro perdeu aderência. Ao mesmo tempo, as caleiras devem receber limpeza e desobstrução.
Além disso, as juntas de poliuretano degradadas nas chapas de coroamento devem ser removidas e refeitas. Desta forma, conseguimos melhorar a continuidade dos remates e reduzir as vias de entrada de água.
Na fachada, será necessário reparar os vazios e fendas existentes no revestimento em xisto. Posteriormente, o remate junto à caixilharia deve permitir acesso à selagem, facilitando futuras ações de manutenção.
Por fim, recomendamos novas medições de humidade após as intervenções. Assim, a Deteção de fugas de água em Algueirão-Mem Martins ficará concluída com a confirmação da secagem dos elementos construtivos e da eficácia das reparações realizadas.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
A Fermorel realiza diagnósticos precisos com scanner de humidade, câmara térmica e câmara de inspeção, identificando falhas de impermeabilização em terraços, coberturas e fachadas. Relatório técnico certificado para seguros e condomínios.
Zonas de atendimento: Algueirão-Mem Martins • Rio de Mouro • Queluz • Sintra • Cacém • Massamá • Grande Lisboa.
A inspeção visual e a análise técnica das fichas do fabricante permitem confirmar se o sistema de impermeabilização foi mal escolhido para o contexto. Neste caso em Algueirão-Mem Martins, a membrana aplicada não era adequada para suportar água estagnada sob o pavimento elevado. Deste modo, identificou-se a degradação prematura da película impermeabilizante.
Este equipamento mede os níveis de humidade até cerca de 10 cm de profundidade, com registo gráfico da intensidade das leituras. Neste caso em Algueirão-Mem Martins, detetou-se saturação hídrica junto ao pavimento mesmo após semanas sem chuva. Complementarmente, este resultado confirmou capilaridade ascendente na laje.
Sim, quando a rede não é corretamente impregnada no produto impermeabilizante, perde a capacidade de absorver movimentos da cobertura. Neste caso em Algueirão-Mem Martins, identificaram-se zonas com poros expostos e rede solta na cobertura do 1.º andar. Por conseguinte, estas falhas criaram vias diretas de infiltração para a laje.
O RGEU e as recomendações do LNEC exigem pendentes mínimas de 1% a 2% e uma cota de soleira que impeça a entrada de água pela porta. Neste caso em Algueirão-Mem Martins, a ausência destes elementos favorecia a acumulação de água junto à caixilharia. Como resultado, aumentava significativamente o risco de infiltração para o interior.
O relatório técnico documenta todas as anomalias identificadas e as recomendações corretivas estruturadas por zona de intervenção. Neste caso em Algueirão-Mem Martins, o documento serviu de base para planear a reabilitação do terraço, cobertura e fachada. Desta forma, garante-se total transparência técnica para o proprietário e eventuais seguradoras.
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