Num complexo hospitalar constituído por vários blocos independentes, identificámos uma degradação significativa nas juntas de dilatação entre os edifícios. O cliente relatava entrada de água nos corredores de ligação, correntes de ar e sinais de deterioração do betão junto às juntas. Além disso, os problemas agravavam-se durante períodos de chuva intensa e de fortes variações de temperatura.
Durante a inspeção inicial, verificámos que os antigos perfis de borracha apresentavam desgaste acentuado. Ao mesmo tempo, os materiais de selagem encontravam-se ressequidos, fissurados e parcialmente descolados das superfícies de betão.
Por isso, uma simples aplicação de silicone ou espuma expansiva não resolveria a origem da infiltração. As juntas existem precisamente para permitir movimentos entre diferentes blocos. Consequentemente, o sistema de reparação também precisa de acompanhar essas deslocações sem perder a estanqueidade.
Perante esta situação, definimos uma intervenção específica para a junta de dilatação. Primeiro, procurámos conhecer o estado do espaço interior e das superfícies de ligação. Depois, selecionámos uma solução elástica capaz de acompanhar os movimentos estruturais sem criar tensões excessivas.
Assim, a Pintura de fachadas na Quinta do Conde foi enquadrada numa reabilitação mais abrangente da envolvente exterior. Desta forma, conseguimos tratar uma patologia construtiva antes de avançar para os trabalhos de acabamento.
Para avaliar corretamente a extensão da patologia, iniciámos a intervenção com acesso por rapel. Esta solução permitiu trabalhar no interior do vão vertical existente entre os blocos, mesmo nas zonas de maior altura.
Além disso, utilizámos um vídeo endoscópio para observar o interior da junta de dilatação. Durante a inspeção, analisámos a presença de detritos, restos de selantes, zonas degradadas e eventuais pontos onde a estrutura apresentava sinais de desgaste.
Posteriormente, verificámos a largura da junta em diferentes alturas. Assim, conseguimos compreender melhor o comportamento do espaço entre os edifícios e selecionar uma solução de selagem compatível com a amplitude dos movimentos previstos.
Ao mesmo tempo, procedemos à limpeza mecânica das superfícies laterais da junta. Removemos restos de tinta, silicone antigo e partículas sem aderência. Desta maneira, preparámos uma base de betão limpa e estável para receber os novos materiais.
Por conseguinte, esta fase permitiu evitar uma reparação baseada apenas na observação exterior. Em vez disso, o diagnóstico da reabilitação de fachadas na Quinta do Conde passou a considerar também o interior da junta e o comportamento dos elementos que a delimitam.
Assim, conseguimos definir com maior precisão a solução de impermeabilização e reduzir o risco de falhas prematuras.
Depois de limpas e preparadas as superfícies de betão, iniciámos a reconstrução do sistema de selagem. Primeiro, instalámos um fundo de junta no interior da abertura, permitindo controlar a profundidade do sistema e criar uma base adequada para a solução elástica.
De seguida, aplicámos um adesivo de elevada aderência nos dois bordos exteriores da junta. Posteriormente, instalámos uma banda elastomérica de elevada elasticidade, mantendo a zona central livre para acompanhar os movimentos entre os blocos.
Esta configuração é particularmente importante porque a banda não deve ficar rigidamente presa ao fundo da junta. Pelo contrário, necessita de espaço para deformar quando os edifícios se aproximam ou se afastam.
Além disso, reforçámos as zonas laterais da banda com uma nova camada de adesivo. Desta forma, conseguimos melhorar a continuidade da ligação entre o material elastomérico e o betão.
Durante a descida em rapel, analisámos também os cruzamentos entre as juntas verticais, lajes, varandas e zonas de cobertura. Assim, tratámos os pontos onde diferentes elementos se encontram e onde podem surgir falhas de estanqueidade na Pintura de Fachadas na Quinta do Conde.
Consequentemente, a intervenção permitiu criar um sistema de selagem flexível, preparado para acompanhar a movimentação dos blocos sem comprometer a proteção contra a entrada de água.
Com a banda elastomérica devidamente instalada, avançámos para a fase de acabamento e proteção. Antes disso, verificámos a continuidade das zonas coladas e corrigimos pequenas irregularidades encontradas durante a inspeção.
Posteriormente, instalámos perfis de proteção nas zonas mais expostas e visíveis. Estes elementos ajudam a proteger a solução de selagem contra impactos e intempéries. Além disso, permitem manter a liberdade de movimento necessária entre os diferentes blocos.
Em seguida, realizámos uma verificação visual de toda a extensão da junta. Assim, conseguimos confirmar que não existiam interrupções na membrana ou falhas nos pontos de encontro com outros elementos construtivos.
Ao mesmo tempo, observámos as zonas da fachada que envolvem a junta estrutural. Esta análise permitiu identificar pequenas fissuras, remates degradados e pontos onde a água poderia encontrar novos percursos para o interior.
Por isso, a Pintura de fachadas na Quinta do Conde não deve ser entendida apenas como uma renovação da camada superficial. Quando existem juntas de dilatação degradadas, é necessário corrigir primeiro esses elementos para que o novo acabamento tenha melhores condições de durabilidade.
Deste modo, a intervenção combinou selagem dinâmica, proteção das juntas e acabamento exterior, mantendo a função estrutural da separação entre os diferentes blocos.
As juntas de dilatação desempenham uma função essencial em edifícios constituídos por vários blocos. Elas permitem acomodar movimentos provocados por variações térmicas, retração, dilatação e outros movimentos naturais da construção. Por isso, quando os materiais de selagem envelhecem, podem surgir infiltrações e correntes de ar no interior.
Neste caso, conseguimos recuperar uma junta vertical de grande dimensão através de uma solução elastomérica adequada ao movimento dos edifícios. Além disso, a inspeção por vídeo e o acesso por rapel permitiram trabalhar em zonas que apresentavam acesso particularmente difícil.
Esta metodologia pode ser aplicada em diferentes tipos de estruturas, nomeadamente:
Além disso, uma intervenção de Pintura de fachadas na Quinta do Conde deve considerar as juntas, fissuras, remates e restantes pontos singulares da envolvente. Caso contrário, uma nova pintura poderá apenas esconder temporariamente uma falha que continua ativa.
Assim, a nossa abordagem combina diagnóstico, preparação, selagem dinâmica e proteção exterior. Desta forma, conseguimos preservar a função das juntas e, simultaneamente, melhorar a proteção do edifício contra a entrada de água e a degradação dos revestimentos.
Por conseguinte, a reabilitação de juntas estruturais permite tratar a causa da infiltração antes da fase final de acabamento, contribuindo para uma solução mais duradoura e tecnicamente adequada.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza selagem dinâmica com bandas de Hypalon e diagnóstico por vídeo endoscópio, garantindo estanqueidade absoluta mesmo com movimento estrutural constante.
Zonas de atendimento: Quinta do Conde • Sesimbra • Azeitão • Palmela • Setúbal • Almada • Margem Sul.
A espuma expansiva não suporta as dilatações extremas causadas pela temperatura, rasgando novamente na primeira variação térmica. Neste caso na Quinta do Conde, os edifícios moviam-se vários milímetros consoante a temperatura do dia. Deste modo, optou-se por uma banda elástica com capacidade de alongamento superior a 400%.
A sonda de vídeo endoscópio é inserida no interior da junta, mapeando detritos, furos e o estado da armadura exposta. Neste caso na Quinta do Conde, este diagnóstico permitiu determinar a largura máxima e mínima da junta. Complementarmente, selecionou-se o calibre correto da fita elástica a aplicar.
É um polímero sintético com alongamento superior a 400%, altamente resistente aos raios UV e ao rasgamento. Neste caso na Quinta do Conde, esta banda foi colada com resina epóxi em forma de "ómega" para permitir movimento livre. Por conseguinte, garantiu-se estanqueidade mesmo com grandes variações de temperatura.
O acesso por rapel permite descer a fresta vertical entre blocos, mesmo quando a montagem de andaimes é fisicamente impossível. Neste caso na Quinta do Conde, os edifícios tinham mais de 30 metros de altura e um vão apertado entre blocos. Como resultado, garantiu-se acesso seguro a uma zona de outra forma inacessível.
A metodologia aplica-se a coberturas de pavilhões industriais, piscinas municipais e estações de tratamento de águas. Neste caso na Quinta do Conde, tratou-se de um complexo hospitalar com vários blocos independentes. Igualmente, o método é eficaz em parques de estacionamento em laje sujeitos a tração constante.
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