Num edifício histórico revestido com argamassas tradicionais, identificámos um estado avançado de fissuração nas fachadas principais. O cliente relatava humidades intermitentes no interior e levantamento prematuro da pintura. Além disso, o revestimento exterior apresentava uma rede extensa de pequenas fissuras, semelhante a uma “teia de aranha”.
Durante a inspeção visual e tátil, verificámos que o reboco antigo apresentava perda de coesão em várias zonas. Ao mesmo tempo, as variações de temperatura contribuíam para movimentos repetidos do revestimento, aumentando a abertura das fissuras existentes.
Por isso, uma simples aplicação de massa ou uma nova demão de tinta não seria suficiente. Pelo contrário, o novo acabamento poderia voltar a fissurar caso o suporte continuasse a movimentar-se.
Perante esta situação, optámos por uma metodologia de reabilitação baseada no reforço contínuo da superfície. Primeiro, tratámos as fissuras mais significativas. Depois, preparámos o suporte para receber uma armadura de fibra de vidro integrada num sistema elastomérico.
Assim, a Pintura de Fachadas em Loures passou a fazer parte de uma intervenção mais completa, destinada a melhorar a resistência do revestimento e a reduzir a propagação das fissuras existentes.
Para iniciar os trabalhos, preparámos cuidadosamente toda a superfície exterior. Primeiro, removemos partículas soltas, eflorescências e camadas de pintura que já não apresentavam aderência suficiente.
Em seguida, tratámos as fissuras de maior dimensão. Estas zonas foram abertas de forma controlada e preenchidas com um mástique de poliuretano adequado ao comportamento do suporte. Desta forma, criámos pontos de absorção de pequenos movimentos sem recorrer a preenchimentos excessivamente rígidos.
Posteriormente, aplicámos um primário fixador de penetração nas áreas que apresentavam maior pulverulência. Além disso, este produto ajudou a consolidar as partículas superficiais e a uniformizar a absorção do reboco antigo.
Depois da secagem, realizámos uma nova avaliação das fachadas para confirmar a estabilidade do suporte. Assim, conseguimos preparar uma base mais homogénea para receber as camadas de reforço.
Por conseguinte, esta fase foi essencial para uma reabilitação de fachadas em Loures, porque permitiu tratar previamente as zonas mais frágeis antes da aplicação da armadura contínua.
Com o suporte estabilizado, iniciámos a aplicação do sistema de reforço. Primeiro, aplicámos uma camada de resina acrílica adequada ao sistema de proteção previsto para a fachada.
Enquanto o material permanecia trabalhável, incorporámos uma rede de fibra de vidro em toda a superfície definida para a intervenção. Esta armadura permite distribuir as tensões pelo revestimento e ajuda a reduzir a transmissão das fissuras do suporte para o acabamento.
Além disso, reforçámos as zonas que apresentavam maior concentração de tensões. Desta maneira, conseguimos criar uma camada contínua e mais resistente, sem necessidade de remover integralmente o reboco que ainda apresentava boa aderência.
Posteriormente, aplicámos novas camadas do material de barramento, cobrindo progressivamente a rede. Assim, eliminámos a textura da malha e obtivemos uma superfície mais uniforme e preparada para o revestimento final.
Durante esta fase, analisámos também as transições junto às caixilharias, cantos e restantes elementos da fachada. Por isso, tratámos as zonas onde diferentes materiais poderiam apresentar movimentos distintos.
Deste modo, a intervenção associada à Pintura de Fachadas em Loures permitiu criar uma superfície reforçada antes da aplicação da camada decorativa.
Depois de concluído o barramento armado, avançámos para a preparação do acabamento exterior. Primeiramente, verificámos a regularidade da superfície e corrigimos pequenas imperfeições resultantes das reparações anteriores.
Posteriormente, aplicámos uma tinta elastomérica 100% acrílica adequada à exposição exterior. Este tipo de revestimento apresenta alguma capacidade de acompanhar pequenas movimentações superficiais, ajudando a reduzir a abertura de fissuras no acabamento.
Além disso, reforçámos os elementos superiores da fachada, nomeadamente os coroamentos e pontos onde a água poderia permanecer acumulada. Desta forma, reduzimos a possibilidade de entrada de água por trás do novo sistema.
Nas zonas de ligação com as caixilharias, utilizámos selantes compatíveis com os movimentos entre o alumínio e o revestimento. Assim, criámos transições mais protegidas e reduzimos os pontos vulneráveis à entrada de água da chuva.
Após a secagem dos materiais, verificámos novamente a continuidade do acabamento e a uniformidade das superfícies. Consequentemente, obtivemos uma fachada com aspeto renovado e maior capacidade para acompanhar pequenas movimentações do suporte.
Por isso, a Pintura de Fachadas em Loures foi realizada apenas depois da consolidação e do reforço da superfície. Desta maneira, o acabamento final passou a integrar um sistema de reabilitação e não apenas uma renovação estética.
As fachadas revestidas com argamassas antigas podem apresentar fissuração progressiva devido às variações térmicas, envelhecimento dos materiais e diferentes movimentos entre os elementos construtivos. Por isso, antes de aplicar uma nova pintura, é importante perceber se as fissuras são apenas superficiais ou se exigem uma preparação mais profunda.
Neste caso, combinámos tratamento localizado das fissuras, consolidação do suporte, barramento armado com fibra de vidro e acabamento elastomérico. Assim, conseguimos reforçar o revestimento sem recorrer à remoção generalizada das áreas que ainda apresentavam boa aderência.
Além disso, esta metodologia pode ser aplicada em diferentes situações, nomeadamente:
Por conseguinte, uma intervenção de Pintura de Fachadas em Loures deve considerar o comportamento do suporte antes da escolha do acabamento. Quando existem fissuras generalizadas, o reforço contínuo pode ser uma solução mais adequada do que a simples aplicação de uma nova tinta.
Assim, a nossa metodologia combina diagnóstico, preparação, consolidação e proteção elastomérica. Desta forma, conseguimos melhorar a durabilidade do revestimento e reduzir o risco de reaparecimento das fissuras no acabamento exterior.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza consolidação elastomérica com armadura de fibra de vidro e tinta anti-fissuração, absorvendo movimentos térmicos sem necessidade de picar toda a fachada.
Zonas de atendimento: Loures • Odivelas • Frielas • Bucelas • Caneças • Sacavém • Grande Lisboa.
É uma rede extensa de fendas finas que cobrem toda a fachada, resultante da perda de coesão mecânica do reboco antigo. Neste caso em Loures, esta patologia estava associada a humidades intermitentes no interior. Deste modo, foi necessária uma solução elástica em vez de um simples enchimento.
Tintas convencionais não estão preparadas para o "efeito elástico" e rebentam no primeiro ciclo de calor intenso. Neste caso em Loures, o estuque abria e fechava diariamente com a variação de temperatura. Por conseguinte, optou-se por uma tinta elastomérica capaz de acompanhar este movimento.
Uma rede de fibra de vidro é cravada numa camada de resina acrílica, criando uma pele capaz de suportar alongamentos superiores a 200%. Neste caso em Loures, esta armadura foi aplicada em toda a área das fachadas cegas. Complementarmente, a textura da fibra desapareceu por completo após as demãos finais.
Uma fachada elástica falha se a água estagnar no topo da parede e se infiltrar por trás do sistema de proteção. Neste caso em Loures, instalaram-se rufos metálicos no coroamento dos muros superiores. Como resultado, garantiu-se a estanquidade completa do sistema.
A metodologia aplica-se a alvenarias de blocos de cimento sem reboco, empenas cegas expostas a ventos cruzados e muros perimetrais sujeitos a vibração. Neste caso em Loures, tratou-se de um edifício histórico revestido com argamassas tradicionais. Igualmente, o método é eficaz em fachadas orientadas a sul com forte incidência solar.
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