Num edifício de grande volumetria constituído por painéis pré-fabricados e diferentes blocos estruturais, identificámos uma degradação significativa nas juntas de dilatação da fachada. O cliente relatava entrada de água durante períodos de chuva acompanhada por vento e correntes de ar frio no interior das frações.
Durante a inspeção, verificámos que o material de selagem existente apresentava retração, fissuração e perda de aderência junto aos bordos de betão. Além disso, as juntas já não acompanhavam corretamente os movimentos naturais provocados pelas variações de temperatura.
Por isso, a simples aplicação de um novo selante sobre o material antigo não seria suficiente. Pelo contrário, sem uma preparação adequada, o novo produto poderia perder aderência ou voltar a fissurar com a movimentação da estrutura.
Da mesma forma, o preenchimento rígido das juntas poderia limitar a capacidade de movimentação entre os diferentes elementos do edifício. Consequentemente, novas fissuras poderiam surgir nas zonas envolventes e permitir novamente a entrada de água.
Por esse motivo, optámos por uma reabilitação baseada na recuperação da elasticidade e da estanqueidade das juntas. Assim, antes de avançar com a Pintura de Fachadas em Montijo, procurámos restabelecer o correto funcionamento destes pontos de movimento da fachada.
Para iniciar a intervenção, removemos integralmente os materiais de selagem que já não apresentavam condições de utilização. Primeiro, utilizámos ferramentas mecânicas adequadas para retirar restos de selantes, betumes e materiais sem aderência.
Em seguida, retificámos cuidadosamente os bordos das juntas. Além disso, removemos partículas soltas e resíduos de cimento, criando uma superfície limpa, firme e preparada para receber o novo sistema de selagem.
Posteriormente, procedemos à aspiração industrial de toda a zona intervencionada. Desta maneira, eliminámos o pó acumulado no interior das ranhuras e reduzimos o risco de comprometer a aderência do novo selante.
Depois da limpeza, aplicámos um primário de aderência adequado ao suporte mineral. Assim, criámos melhores condições para a ligação entre o betão existente e o sistema elastomérico.
Ao mesmo tempo, instalámos um cordão de polietileno de célula fechada no interior da junta. Este elemento funciona como fundo de junta e permite controlar a profundidade do selante, evitando que o produto adira à base da abertura.
Por conseguinte, o sistema passa a trabalhar principalmente entre os dois bordos laterais. Desta forma, consegue acompanhar melhor os movimentos de abertura e fecho da junta sem transmitir tensões desnecessárias para o suporte na Pintura de Fachadas em Montijo.
Com as juntas devidamente preparadas, iniciámos a aplicação do sistema de selagem. Primeiro, ajustámos a profundidade do fundo de junta de acordo com a geometria existente e com as características do produto selecionado.
De seguida, aplicámos um mástique de poliuretano de elevada elasticidade, através de extrusão contínua. Assim, conseguimos preencher a junta de forma uniforme e reduzir a possibilidade de existência de vazios no interior do material.
Além disso, realizámos o acabamento do selante enquanto este ainda se encontrava trabalhável. Desta maneira, obtivemos um perfil regular e ligeiramente côncavo, favorecendo o escoamento da água da chuva e evitando acumulações junto à junta.
Durante o processo, tivemos especial atenção aos cruzamentos entre juntas horizontais e verticais. Estes pontos exigem cuidado adicional porque podem criar descontinuidades no sistema de impermeabilização se forem tratados de forma inadequada.
Posteriormente, verificámos as zonas de encontro entre as juntas e os restantes elementos da fachada. Assim, conseguimos garantir uma continuidade adequada do selante e reduzir os pontos vulneráveis à entrada de água.
Por isso, a intervenção de reabilitação de fachadas em Montijo não ficou limitada à substituição do material antigo. Pelo contrário, reconstruímos o sistema de selagem desde a preparação do suporte até ao acabamento final.
Depois da aplicação do novo selante, respeitámos o período necessário para a sua cura. Esta fase é importante porque o produto precisa de desenvolver corretamente as suas características antes de receber qualquer acabamento sobre as superfícies adjacentes.
Posteriormente, preparámos os painéis envolventes para a aplicação da pintura. Além disso, verificámos se existiam fissuras, falhas de aderência ou irregularidades que pudessem comprometer o acabamento exterior.
Em seguida, aplicámos um sistema de pintura adequado às características do suporte e às condições de exposição do edifício. Nas proximidades das juntas, selecionámos materiais compatíveis com a necessidade de acompanhar pequenas movimentações sem comprometer o acabamento.
Ao mesmo tempo, analisámos novamente os encontros entre juntas, painéis, remates e restantes elementos construtivos. Desta forma, conseguimos integrar o novo sistema de selagem com o acabamento exterior da fachada.
Assim, a Pintura de Fachadas em Montijo foi realizada apenas depois de concluída a reparação das juntas. Consequentemente, o acabamento final passou a proteger uma fachada previamente preparada, reduzindo o risco de esconder patologias ainda ativas.
Por fim, verificámos a continuidade visual das superfícies e a correta execução dos remates. O resultado foi uma fachada renovada e, simultaneamente, melhor protegida contra a entrada de água e a passagem de ar.
As juntas de dilatação desempenham uma função essencial em edifícios constituídos por diferentes blocos ou elementos pré-fabricados. Elas permitem acomodar movimentos provocados por variações térmicas, assentamentos e outras solicitações naturais da estrutura.
Por isso, quando o material de selagem envelhece, é importante substituir todo o sistema de forma adequada. Neste caso, combinámos limpeza profunda, preparação dos bordos, fundo de junta, selante elastomérico e acabamento exterior.
Além disso, esta metodologia pode ser aplicada em diferentes situações, nomeadamente:
Por conseguinte, uma intervenção de Pintura de Fachadas em Montijo deve considerar não apenas o acabamento visível, mas também as juntas, fissuras e remates que protegem a envolvente do edifício.
Assim, a nossa metodologia combina diagnóstico, preparação, selagem dinâmica e pintura exterior. Desta forma, procuramos garantir maior durabilidade do acabamento e, ao mesmo tempo, preservar a capacidade de movimentação dos diferentes elementos construtivos.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza impermeabilização de juntas de dilatação com cordões de pré-tensão e mástiques de poliuretano de baixo módulo, garantindo estanquidade dinâmica duradoura.
Zonas de atendimento: Montijo • Alcochete • Setúbal • Palmela • Barreiro • Moita • Margem Sul.
As juntas de dilatação são elementos vivos concebidos para absorver movimentos térmicos e sísmicos da estrutura. Neste caso em Montijo, o cimento estalaria imediatamente ao primeiro pico de calor se fosse usado como preenchimento. Deste modo, optou-se por um sistema totalmente elástico e flexível.
É um cordão de polietileno expandido que impede o selante de colar ao fundo, permitindo-lhe trabalhar apenas nas laterais. Neste caso em Montijo, este cordão tinha diâmetro 25% superior à largura da ranhura. Complementarmente, este fator de forma garantiu um comportamento elástico perfeito.
Silicones de fraca qualidade aplicados sobre superfícies mal preparadas descolam-se em poucos meses de exposição. Neste caso em Montijo, optou-se por mástiques de poliuretano de baixo módulo, dimensionados para acomodar movimentos na ordem dos 25%. Por conseguinte, garantiu-se resistência a vibrações e variações sazonais de temperatura.
Nos pontos onde juntas horizontais e verticais se cruzam, o poliuretano é aplicado "fresco sobre fresco" para fundir quimicamente sem descontinuidades. Neste caso em Montijo, este cuidado foi essencial para evitar falhas nas intersecções críticas. Como resultado, garantiu-se uma barreira impermeável totalmente contínua.
A metodologia aplica-se a caixilharias de grandes dimensões, encontros entre blocos de diferentes fases construtivas e platibandas de coroamento longas. Neste caso em Montijo, tratou-se de um edifício em painéis de betão pré-fabricado. Igualmente, o método é essencial em montras envidraçadas onde estruturas metálicas e alvenaria se encontram.
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