Num edifício habitacional com catorze pisos na Área Metropolitana de Lisboa, identificámos um estado avançado de degradação do revestimento exterior, composto por estuque e mosaico de pastilha. O cliente relatava queda ocasional de fragmentos para a via pública durante períodos de tempestade. Além disso, surgiam manchas de humidade no interior de alguns apartamentos.
Durante a inspeção inicial, verificámos que várias zonas apresentavam fissuração e sinais de perda de aderência. Por outro lado, a observação realizada a partir do solo não permitia determinar a extensão real das áreas comprometidas.
Por isso, uma simples reparação dos pontos onde já tinham ocorrido desprendimentos não seria suficiente. Da mesma forma, uma pintura aplicada diretamente sobre o revestimento poderia esconder temporariamente as patologias sem corrigir as zonas que permaneciam instáveis.
Perante esta situação, optámos por realizar uma peritagem aérea através de drone de alta resolução, complementada por uma câmara termográfica de infravermelhos. Assim, conseguimos analisar uma área extensa da fachada sem iniciar imediatamente uma intervenção física em toda a superfície.
Deste modo, a Pintura de Fachadas na Amadora foi integrada num processo de reabilitação baseado num diagnóstico prévio, permitindo definir com maior precisão as zonas que realmente necessitavam de reparação.
Para realizar o levantamento, efetuámos voos de inspeção paralelos às diferentes fachadas do edifício. Em seguida, captámos imagens de elevada resolução das fissuras, juntas, zonas de pastilha e restantes elementos expostos.
Além disso, utilizámos a câmara termográfica durante o período de arrefecimento da fachada. A diferença de comportamento térmico entre áreas corretamente aderentes e zonas com possíveis vazios permitiu identificar padrões que justificavam uma análise complementar.
Assim, a termografia ajudou a localizar áreas com comportamento térmico distinto, enquanto as imagens de alta resolução permitiram observar fissuras, destacamentos e outras patologias visíveis.
Posteriormente, cruzámos os resultados fotográficos e térmicos para definir um mapa das zonas que deveriam receber uma inspeção mais detalhada. Desta forma, conseguimos orientar os trabalhos em altura para pontos previamente selecionados.
Por conseguinte, evitámos desmontagens generalizadas e reduzimos a necessidade de intervir em áreas onde o revestimento ainda apresentava boas condições.
Esta metodologia é especialmente útil numa Pintura de Fachadas na Amadora, sobretudo em edifícios altos, onde uma inspeção exclusivamente manual pode exigir meios de acesso significativos antes de existir informação suficiente sobre a verdadeira extensão da patologia.
Depois de identificadas as zonas críticas, iniciámos a intervenção física. Primeiro, removemos cuidadosamente os rebocos, pastilhas e restantes revestimentos que apresentavam falta de aderência. Desta forma, conseguimos expor um suporte com melhores condições para receber os novos materiais.
Nas zonas onde encontrámos elementos metálicos de betão armado expostos, realizámos a limpeza e o tratamento adequado das armaduras antes de reconstruir o revestimento.
Posteriormente, aplicámos argamassa de reparação tixotrópica reforçada com fibras nas áreas saneadas. Esta solução permitiu recuperar a volumetria das zonas degradadas e melhorar a resistência do novo revestimento.
De seguida, executámos um barramento armado com rede de fibra de vidro resistente aos álcalis. A rede foi incorporada na argamassa, criando uma camada contínua capaz de acompanhar pequenas movimentações e reduzir o risco de novas fissuras.
Além disso, verificámos os encontros entre caixas de estore, caixilharias, ombreiras e restantes elementos da fachada. Estes pontos mereceram atenção especial porque podem facilitar a entrada de água quando apresentam falhas de selagem.
Assim, a intervenção de Pintura de Fachadas na Amadora passou por uma verdadeira preparação do suporte. Primeiro estabilizámos as zonas degradadas; depois reforçámos o revestimento e corrigimos os pontos singulares antes de avançar para o acabamento.
Com as zonas degradadas devidamente reparadas, avançámos para a preparação do acabamento final. Antes da aplicação da tinta, verificámos a regularidade das superfícies e corrigimos pequenas diferenças de textura entre o revestimento existente e as áreas intervencionadas.
Posteriormente, aplicámos um sistema de pintura exterior 100% acrílico, adequado à exposição aos raios UV e às condições atmosféricas. Além disso, selecionámos um acabamento com características de elasticidade e resistência adequadas ao suporte reparado.
Desta maneira, conseguimos criar uma proteção exterior uniforme sem esconder as correções realizadas anteriormente. Ao mesmo tempo, o novo revestimento ajuda a proteger o suporte contra a ação da chuva e das variações de temperatura.
Depois da cura, realizámos uma nova verificação das zonas reparadas. Sempre que necessário, recorremos novamente à observação direta e à percussão para confirmar a estabilidade das áreas intervencionadas.
Assim, a nova Pintura de Fachadas na Amadora foi aplicada sobre um suporte previamente consolidado e reparado. Consequentemente, o acabamento final passou a fazer parte de uma solução de reabilitação mais completa e não apenas de uma renovação estética.
Por fim, o edifício apresentou uma aparência exterior mais uniforme e uma proteção reforçada nas zonas anteriormente afetadas por destacamentos e infiltrações.
A intervenção demonstrou a importância de realizar um diagnóstico adequado antes de iniciar uma obra de fachada num edifício de grande altura. Quando existem desprendimentos, fissuras ou infiltrações, a simples aplicação de tinta não permite conhecer o estado das zonas que permanecem ocultas.
Por isso, a utilização combinada de drone, termografia, inspeção visual e reparação localizada permite direcionar melhor os trabalhos. Além disso, esta metodologia pode reduzir intervenções desnecessárias e facilitar o planeamento dos meios de acesso.
O mesmo método pode ser utilizado em diferentes situações, nomeadamente:
Além disso, uma intervenção de Pintura de Fachadas na Amadora deve considerar o estado dos rebocos, pastilhas, fissuras, juntas e remates. Só depois de corrigir as patologias relevantes faz sentido executar o acabamento final.
Assim, a nossa metodologia combina diagnóstico aéreo, inspeção técnica, reparação localizada e pintura exterior. Desta forma, conseguimos trabalhar com maior precisão e melhorar a conservação da fachada, reduzindo o risco de novas degradações e intervenções desnecessárias.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza mapeamento aéreo por drone com câmara termográfica e consolidação estrutural armada, identificando riscos ocultos antes que se tornem perigosos.
Zonas de atendimento: Amadora • Alfragide • Carnaxide • Queluz • Damaia • Buraca • Grande Lisboa.
A câmara termográfica deteta diferenças de temperatura na superfície, já que zonas com caixa de ar arrefecem a velocidades distintas do revestimento fixo. Neste caso na Amadora, este diagnóstico foi feito durante a fase de arrefecimento diurno, ao final da tarde. Deste modo, mapeou-se toda a fachada sem necessidade de percussão manual placa a placa.
O restante revestimento pode estar em risco iminente de colapso, mesmo sem sinais visíveis a partir da rua. Neste caso na Amadora, o mapeamento por drone identificou zonas críticas que ainda não tinham caído. Por conseguinte, evitou-se deixar áreas em perigo para a via pública.
O drone permite captar imagens 4K de fissuras em cota elevada sem necessidade de montar andaimes só para inspeção. Neste caso na Amadora, este método entregou um mapa exato e quantificado das patologias ao condomínio. Complementarmente, garantiu-se uma orçamentação muito mais precisa.
A rede alcali-resistente cria uma "pele" contínua e flexível, capaz de absorver as tensões de dilatação do edifício. Neste caso na Amadora, foi embutida na argamassa de reparação estrutural tixotrópica. Como resultado, evitou-se o reaparecimento de fissuras após a secagem.
A metodologia aplica-se a coberturas industriais, empenas cegas e torres de telecomunicações ou chaminés industriais. Neste caso na Amadora, tratou-se de um edifício habitacional de catorze andares. Igualmente, o método é usado para monitorização de obras através de ortofotomapas.
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