Num pavilhão comercial com cobertura em chapa metálica nervurada, identificámos um estado avançado de corrosão e degradação dos sistemas de fixação. O cliente relatava várias goteiras no interior do armazém durante períodos de chuva intensa, sobretudo junto às zonas de sobreposição, cumeeiras e elementos de remate.
Durante a inspeção visual, verificámos que muitas anilhas de vedação dos parafusos apresentavam deterioração. Além disso, algumas chapas mostravam sinais de oxidação avançada, enquanto as uniões e rufos metálicos apresentavam perda de proteção superficial.
Por isso, uma simples aplicação de tinta ou selante sobre os parafusos não seria suficiente. Antes de avançar com qualquer intervenção relacionada com a Pintura de Fachadas em Setúbal, tornou-se necessário avaliar a espessura e o estado real do metal.
Ao mesmo tempo, verificámos que a cobertura incluía zonas com isolamento térmico sob a chapa. Consequentemente, uma solução de impermeabilização que envolvesse calor direto poderia danificar os materiais existentes e comprometer o desempenho da cobertura.
Assim, optámos por uma metodologia de reabilitação a frio, baseada no diagnóstico do suporte, tratamento anticorrosivo e aplicação posterior de uma membrana líquida. Desta forma, foi possível preservar a cobertura existente e concentrar a intervenção nas zonas que realmente apresentavam necessidade de reparação.
Para determinar a viabilidade da cobertura metálica, iniciámos uma análise detalhada das zonas mais afetadas pela corrosão. Devido ao estado de algumas chapas, utilizámos uma plataforma elevatória tipo aranha, permitindo alcançar diferentes áreas sem concentrar o peso dos técnicos diretamente sobre os elementos mais frágeis.
Em seguida, utilizámos um medidor de espessuras por ultrassons nos pontos onde a oxidação apresentava maior expressão. O equipamento permitiu comparar a espessura residual do metal e perceber se a chapa mantinha condições para receber um sistema de recuperação.
Além disso, mapeámos as zonas com maior concentração de ferrugem, incluindo parafusos, sobreposições, cumeeiras e rufos. Assim, conseguimos distinguir áreas que necessitavam apenas de tratamento superficial de outras que exigiam uma reparação mais profunda.
Posteriormente, realizámos a lavagem da cobertura com equipamento adequado, removendo poeiras, musgos, partículas soltas e escamas de ferrugem. Desta maneira, deixámos o metal mais limpo e preparado para receber os produtos anticorrosivos.
Por conseguinte, o diagnóstico permitiu definir uma estratégia mais precisa e evitar uma substituição integral da cobertura quando o estado do suporte ainda permitia a sua recuperação.
Esta avaliação também complementou o trabalho de Pintura de Fachadas em Setúbal, uma vez que a proteção exterior do edifício depende igualmente do correto funcionamento da cobertura e dos seus remates.
Depois da lavagem e da avaliação do suporte, iniciámos o tratamento dos pontos de corrosão e fixação. Primeiro, reapertámos os parafusos que ainda apresentavam condições de utilização e substituímos os elementos que já não garantiam uma fixação adequada.
Posteriormente, removemos mecanicamente as zonas com ferrugem mais profunda. Esta operação permitiu retirar as partículas sem aderência e preparar o metal para receber o sistema de proteção anticorrosiva.
Em seguida, aplicámos um primário conversor de corrosão nas áreas oxidadas, respeitando as características do produto e do suporte. Além disso, tratámos individualmente as cabeças dos parafusos e os pontos onde a água poderia penetrar através das fixações.
Nas sobreposições das chapas, aplicámos um selante de poliuretano adequado à exposição exterior. Desta forma, reduzimos os pontos de entrada de água e melhorámos a continuidade da proteção entre os diferentes elementos metálicos.
Também reforçámos algumas uniões e transições com materiais de armadura localizada. Ao mesmo tempo, analisámos as ligações entre chapas, claraboias e restantes elementos da cobertura, porque diferentes materiais podem apresentar movimentos distintos com as variações de temperatura.
Assim, a preparação criou uma base mais estável para receber a membrana impermeabilizante. Consequentemente, evitámos aplicar o revestimento final sobre corrosão ativa, fixações degradadas ou juntas ainda vulneráveis.
Com a corrosão tratada e os principais pontos de entrada de água selados, avançámos para a aplicação do sistema de impermeabilização. Primeiro, confirmámos novamente as condições do suporte e corrigimos pequenas falhas encontradas nas zonas de sobreposição.
Posteriormente, aplicámos uma membrana líquida de poliuretano em várias demãos, utilizando métodos de aplicação adequados à dimensão da cobertura. O sistema criou uma camada contínua sobre a chapa, reduzindo a existência de juntas e pontos de descontinuidade.
Além disso, reforçámos as zonas mais críticas, como cumeeiras, sobreposições, rufos e encontros com outros materiais. Assim, conseguimos criar uma proteção uniforme e acompanhar melhor as movimentações naturais da chapa provocadas pelas variações de temperatura.
Depois da secagem e cura, verificámos visualmente a continuidade da membrana e o acabamento geral da cobertura. O resultado foi uma superfície protegida contra a entrada de água e com maior resistência à exposição solar e às intempéries.
Ao mesmo tempo, a utilização de um acabamento de elevada refletância pode contribuir para reduzir o aquecimento superficial da cobertura. Por isso, dependendo das características do sistema escolhido, a solução pode também melhorar o comportamento térmico do edifício durante os períodos de maior exposição solar.
Deste modo, a Pintura de Fachadas em Setúbal ficou integrada numa intervenção mais abrangente, que combinou proteção exterior, recuperação da cobertura e melhoria da estanqueidade do edifício.
Uma cobertura metálica degradada pode originar infiltrações muito antes de apresentar falhas visíveis no interior. Por isso, a análise do metal, das fixações, das sobreposições e dos remates deve anteceder qualquer intervenção de pintura ou impermeabilização.
Neste caso, combinámos medição de espessura por ultrassons, limpeza, tratamento anticorrosivo, reparação das fixações, selagem das juntas e aplicação de membrana líquida. Assim, conseguimos recuperar a proteção da cobertura sem recorrer à substituição generalizada das chapas.
Além disso, esta metodologia pode ser aplicada em diferentes estruturas metálicas, nomeadamente:
Por conseguinte, uma intervenção de Pintura de Fachadas em Setúbal deve considerar também a relação entre a fachada, a cobertura e os sistemas de drenagem. Quando existem infiltrações, a simples renovação da pintura não resolve uma falha que permanece ativa noutro elemento da envolvente.
Assim, a nossa metodologia combina diagnóstico, reparação, proteção anticorrosiva, impermeabilização e acabamento. Desta forma, conseguimos aumentar a durabilidade da intervenção e proteger o edifício contra a ação da água e das intempéries.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza diagnóstico por ultrassons e impermeabilização com membrana líquida de poliuretano, travando a corrosão sem desmontar a cobertura.
Zonas de atendimento: Setúbal • Palmela • Azeitão • Quinta do Conde • Sesimbra • Montijo • Margem Sul.
O medidor de espessuras por ultrassons envia um pulso sonoro através do metal, confirmando a espessura de aço ainda estruturalmente sã. Neste caso em Setúbal, este diagnóstico confirmou 0,6mm de espessura viável, evitando a substituição integral. Deste modo, o orçamento focou-se apenas no encapsulamento da chapa existente.
O calor do maçarico derrete a lã de rocha ou poliuretano de isolamento por baixo da chapa, causando risco de incêndio. Neste caso em Setúbal, optou-se por uma membrana líquida aplicada a frio, sem qualquer risco térmico. Complementarmente, preservou-se o poder isolante da cobertura.
Este químico reage com a oxidação existente, transformando-a numa camada de magnetite inerte e negra, travando o cancro galvânico. Neste caso em Setúbal, foi aplicado em todas as zonas oxidadas e parafusos de união. Por conseguinte, impediu-se que a ferrugem evoluísse debaixo da nova impermeabilização.
Além de criar uma cobertura contínua e sem emendas, esta membrana branca reflete os raios UV, contribuindo para o efeito "cool roof". Neste caso em Setúbal, esta solução reduziu a temperatura interna do pavilhão comercial. Como resultado, melhorou-se o conforto térmico sem custos energéticos adicionais.
A metodologia aplica-se a telhados de zinco centenários, caleiras mestras metálicas e silos agrícolas ou tanques de armazenamento. Neste caso em Setúbal, tratou-se de um pavilhão comercial com cobertura em chapa nervurada. Igualmente, o método é eficaz em estruturas e pórticos de ferro à vista em atmosferas industriais agressivas.
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