A intervenção em iniciou-se com uma pesquisa de avaria não destrutiva, com o objetivo de identificar a origem de danos por água no teto da casa de banho da fração RC Direito.
Logo na análise visual em Forte da Casa, identificou-se coloração anómala na pintura, empolamento e degradação do estuque.
Além disso, os danos estavam concentrados acima da sanita, indicando uma zona crítica localizada.
Deste modo, a análise inicial sugeriu uma possível ligação com a prumada de esgotos do edifício.
Assim, tornou-se necessário avançar para uma verificação técnica mais aprofundada.
Após a inspeção visual, procedeu-se à medição dos níveis de humidade com scan de precisão.
As leituras no teto, acima da sanita, registaram valores extremamente elevados.
Além disso, a humidade estava concentrada apenas nessa zona específica.
Por outro lado, o restante teto apresentava valores normais.
Assim, em Pesquisa de Avarias no Forte da Casa, confirmou-se uma anomalia localizada com forte intensidade.
Deste modo, foi considerada a hipótese de ligação à fração superior.
Consequentemente, tornou-se necessária a inspeção da fração 1.º Esquerdo.
Na fração 1.º Esquerdo, iniciou-se a inspeção à casa de banho superior.
Assim, procedeu-se ao levantamento da sanita para permitir a vídeo-inspeção da tubagem.
Durante a análise, não foram observadas anomalias na ligação do emboque.
Por outro lado, verificou-se que a tubagem em polietileno era de origem do edifício.
Deste modo, realizou-se limpeza e passagem de água para estabilização do sistema em Pesquisa de Avarias no Forte da Casa
Contudo, durante a vídeo-inspeção, foi identificada uma anomalia crítica antes da prumada.
Além disso, observou-se um corte no tubo de polietileno com reparação inadequada em PVC.
Na análise detalhada, verificou-se que o corte no tubo compromete a estanquidade do sistema.
Assim, o tubo em PVC foi aplicado sobre o polietileno sem transição técnica adequada.
Consequentemente, não existe aderência entre materiais distintos.
Além disso, o corte parcial reduz a resistência estrutural da tubagem.
Por outro lado, os fluidos da prumada podem infiltrar-se nesse ponto em Pesquisa de Avarias no Forte da Casa.
Deste modo, o sistema apresenta risco elevado de fuga oculta.
Finalmente, a análise térmica confirmou anomalias no teto da fração inferior.
Concluiu-se que os danos no teto da fração RC Direito têm origem na fração superior.
Deste modo, o problema está diretamente ligado ao reparo incorreto na tubagem de esgotos.
Além disso, a solução aplicada não garante estanquidade nem segurança estrutural.
Consequentemente, ocorre infiltração de fluidos provenientes da prumada do edifício.
Assim, em Pesquisa de Avarias no Forte da Casa, recomenda-se a correção técnica imediata do troço afetado.
Por fim, deve ser garantida a transição adequada entre PE e PVC, com testes de estanquidade obrigatórios.
Na Fermorel, eliminamos a incerteza. Utilizamos tecnologia de diagnóstico avançado para localizar fugas e infiltrações sem partir paredes ou pavimentos.
Não gaste dinheiro a partir paredes à sorte. A Fermorel localiza a origem exata de fugas em prumadas comuns e ramais privados com tecnologia endoscópica e termográfica avançada, emitindo pareceres técnicos incontestáveis.
Servimos a sua localidade e arredores: Forte da Casa • Póvoa de Santa Iria • Alverca do Ribatejo • Vialonga • Santa Iria de Azoia • São João dos Montes • Calhandriz • Vila Franca de Xira.
O polietileno (PE) é um polímero termoplástico de alta densidade com uma superfície quimicamente inerte e apolar (baixa energia superficial). As colas comuns de PVC funcionam por fusão química solvente em plásticos amorfos. Como o solvente do PVC não consegue reagir nem penetrar na estrutura molecular estável do polietileno, a união não cria aderência real, resultando em descolamento imediato sob vibração ou pressão de escoamento.
Este fenómeno deve-se à ligação com a prumada comum de esgotos do edifício. Quando os vizinhos dos pisos superiores utilizam os seus sanitários, grandes volumes de águas residuais descem verticalmente pela prumada comum com velocidade e pressão de ar interna. Ao passar pela junção do 1.º Esquerdo, a turbulência e o refluxo do fluido fazem com que a água transborde pelo corte desprotegido do tubo, gotejando diretamente no teto da fração inferior (RC Direito).
O sistema Epox ou "relining" é uma tecnologia de reabilitação de tubagens sem abertura de valas ou demolições (trenchless). Consiste na introdução de uma manga flexível saturada com resina epóxi estrutural no interior do cano danificado através de um ponto de acesso existente (como a boca do esgoto da sanita). A resina é insuflada e curada, criando uma nova tubagem contínua, estanque e super resistente, selando fissuras e cortes sem partir azulejos.
Para unir de forma segura dois materiais incompatíveis como o Polietileno (PE) e o PVC, devem utilizar-se acessórios de transição homologados. A extremidade em PE pode ser soldada por eletrofusão a um adaptador ou unida através de juntas de compressão mecânica com anéis de aperto específicos. A partir desse adaptador mecânico ou flange, faz-se a transição estanque para o troço de PVC recorrendo às colagens químicas normativas.
O scanner dielétrico mede as constantes de condutividade dos materiais de construção até 10 cm de profundidade. Ao efetuar leituras em grelha no teto afetado, o equipamento regista valores crescentes à medida que se aproxima da fonte de água. Quando a saturação máxima se concentra de forma linear e exclusiva na direção do septo técnico onde passam os esgotos comuns, fica tecnicamente isolado que a avaria provém da linha vertical da prumada e não de canos horizontais dispersos.
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