Num prédio com cobertura embutida e telhado oculto pelas platibandas, identificámos um problema grave de infiltrações na zona superior da fachada. O cliente relatava que, durante períodos de chuva intensa, a água surgia no interior dos quartos do último piso. Além disso, eram visíveis manchas de humidade junto aos tetos e paredes exteriores, indicando uma possível falha no sistema de drenagem pluvial.
Durante a primeira inspeção, verificámos que a cobertura possuía caleiras embutidas e tubos de queda parcialmente ocultos pela própria construção. Por esse motivo, não era possível determinar visualmente se a origem da infiltração estava numa fissura, numa união deficiente ou numa rutura existente dentro da parede.
No entanto, uma simples aplicação de massa betuminosa ou de uma nova impermeabilização não permitiria resolver a origem da anomalia. Antes de avançar com a pintura de fachadas em Caneças, era fundamental perceber por onde a água estava a entrar e qual o percurso que realizava no interior da construção.
Assim, optámos por realizar uma investigação técnica direcionada ao sistema de drenagem. O objetivo passou por localizar a falha, testar o comportamento das caleiras e confirmar a estanqueidade antes de executar qualquer acabamento exterior.
Deste modo, foi possível evitar intervenções baseadas em tentativa e erro e concentrar os trabalhos exatamente nas zonas onde existia perda de água.
Para localizar a origem da infiltração, desenvolvemos uma metodologia combinando inspeção visual, videoscopia e testes controlados de água. Inicialmente, devido à configuração da fachada e à necessidade de acompanhar a prumada das tubagens, recorremos ao acesso por rapel, garantindo maior mobilidade nas zonas de difícil alcance.
Ao mesmo tempo, foi instalado um sistema de proteção para peões junto à fachada, permitindo executar os trabalhos em segurança sem comprometer a circulação no espaço envolvente.
Posteriormente, introduzimos um vídeo endoscópio através dos pontos de acesso das caleiras e dos tubos de queda. Desta forma, conseguimos observar o interior das condutas e verificar a existência de obstruções, ruturas, deslocações ou problemas nas uniões.
Além disso, utilizámos obturadores pneumáticos para isolar determinadas secções da rede. Esta técnica permitiu realizar testes de carga de forma localizada e perceber em que zona ocorria a perda de água.
Assim, em vez de impermeabilizar toda a cobertura sem conhecer a origem da patologia, conseguimos identificar o ponto crítico e definir uma intervenção muito mais precisa.
Esta fase de diagnóstico é particularmente importante em trabalhos de pintura de fachadas em Caneças, sobretudo quando existem caleiras, tubos de queda, platibandas ou outros elementos ocultos que podem transportar água para o interior da fachada.
Depois de localizada a origem da infiltração, iniciámos a preparação das superfícies afetadas. Primeiro, removemos as zonas degradadas do interior da caleira e corrigimos as áreas onde existiam irregularidades ou acumulação permanente de água.
Em seguida, regularizámos as pendentes com argamassas adequadas, criando um percurso contínuo para encaminhar a água até aos pontos de descarga. Desta forma, eliminámos zonas de estagnação que poderiam voltar a provocar problemas no futuro.
Posteriormente, procedemos à reparação das ligações entre os ralos, caleiras e tubos de queda. Foram utilizados materiais de selagem elástica compatíveis com os diferentes suportes, garantindo que as movimentações naturais da construção não provocam novas ruturas.
Além disso, reforçámos os pontos mais sensíveis, nomeadamente cantos, encontros entre planos, passagens de tubagens e ligações junto às platibandas.
Nas zonas onde existiam fissuras ou perda de coesão do suporte, realizámos ainda a respetiva reparação antes da aplicação dos revestimentos finais.
Por outro lado, todas estas operações foram acompanhadas por verificações sucessivas. Assim, conseguimos confirmar que a água seguia corretamente para os sistemas de drenagem e que os pontos anteriormente problemáticos estavam devidamente tratados.
Só depois desta preparação avançámos para a fase de impermeabilização e acabamento exterior.
Com as caleiras reparadas e o sistema de drenagem novamente funcional, preparámos as superfícies para receber o sistema impermeabilizante. Antes disso, realizámos novos testes de água para confirmar que as intervenções executadas tinham eliminado os pontos de entrada anteriormente identificados.
Posteriormente, aplicámos uma membrana impermeabilizante de poliuretano líquido, formando uma camada contínua e sem juntas. Nas zonas sujeitas a maiores movimentações ou tensões, reforçámos o sistema com uma malha de geotêxtil incorporada entre as diferentes camadas.
Além disso, tratámos cuidadosamente os encontros entre a caleira, platibanda, ralos, rufos e restantes elementos construtivos. Esta atenção aos pormenores é essencial, porque são precisamente estas transições que podem voltar a criar pontos de entrada de água.
Após a cura dos materiais, obtivemos uma superfície contínua, flexível e resistente à presença prolongada de água.
Deste modo, a intervenção não ficou limitada a esconder as manchas de humidade. Pelo contrário, foi corrigida a origem da infiltração e restaurada a capacidade de drenagem da cobertura.
Só depois de concluído este tratamento avançámos para a preparação da fachada destinada ao acabamento de pintura de fachadas em Caneças. Assim, o novo revestimento passa a ser aplicado sobre um suporte devidamente reparado e protegido.
A intervenção realizada demonstrou que uma fachada com problemas de infiltração nem sempre necessita apenas de uma nova pintura. Na realidade, quando existem caleiras ocultas, tubos de queda embutidos ou falhas nas zonas superiores, é fundamental investigar primeiro o percurso da água.
Neste caso concreto, conseguimos localizar uma anomalia que permanecia escondida no sistema de drenagem e corrigir o problema antes de avançar para o acabamento exterior.
Além disso, esta metodologia pode ser aplicada em diferentes tipos de edifícios e situações, nomeadamente:
Por conseguinte, uma intervenção de pintura de fachadas em Caneças deve ser encarada como uma oportunidade para avaliar também os elementos que protegem o edifício contra a entrada de água.
Quando o diagnóstico é realizado antes da pintura, torna-se possível tratar as caleiras, juntas, ralos, platibandas e restantes pontos vulneráveis. Assim, o acabamento deixa de ser apenas estético e passa a integrar uma solução de proteção exterior mais completa e duradoura.
A nossa metodologia combina diagnóstico, reparação, impermeabilização e pintura técnica, permitindo reabilitar a fachada com maior rigor e reduzir o risco de reaparecimento das infiltrações.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza diagnóstico por vídeo endoscópio e impermeabilização de caleiras ocultas com membrana de poliuretano armada, resolvendo fugas invisíveis com rigor científico.
Zonas de atendimento: Caneças • Odivelas • Pontinha • Frielas • Bucelas • Loures • Grande Lisboa.
Um vídeo endoscópio é inserido nos ralos e desce pelas tubagens pluviais, monitorizando em tempo real as juntas dos canos. Neste caso em Caneças, esta técnica permitiu detetar a rutura exata sem necessidade de demolição. Deste modo, garantiu-se um diagnóstico preciso e não destrutivo.
Estes balões pneumáticos isolam secções da tubagem, permitindo inundar a caleira temporariamente num teste de carga controlado. Neste caso em Caneças, este método rastreou a exata cota onde o edifício perdia estanqueidade. Complementarmente, evitou-se qualquer atuação baseada em palpites.
A massa betuminosa é uma solução superficial que não resolve a origem da falha, muitas vezes localizada nas prumadas internas. Neste caso em Caneças, a rutura estava na união entre o ralo e a caleira de reboco. Por conseguinte, foi necessário um diagnóstico tecnológico completo antes da reparação.
É uma resina impermeabilizante líquida aplicada em demãos intercaladas com uma malha de geotêxtil, criando uma barreira contínua sem costuras. Neste caso em Caneças, este sistema foi aplicado em toda a bacia de escoamento da caleira. Como resultado, garantiu-se um revestimento elástico e totalmente estanque.
A metodologia aplica-se a terraços e coberturas planas transitáveis, caixas de ar e condutas técnicas ou chaminés exaustoras. Neste caso em Caneças, tratou-se de um prédio de telhado embutido com cobertura oculta. Igualmente, o método é eficaz em canteiros sobre lajes de garagem, evitando o rebentamento de telas por raízes.
Copyright 2012 - 2027 © Fermorel Lda
Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo.
Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa: www.centroarbitragemlisboa.pt
Mais informações em: www.consumidor.pt