Num condomínio habitacional revestido a tijolo à vista, identificámos uma degradação generalizada das juntas de argamassa. Os moradores relatavam infiltrações nas paredes interiores mais expostas à chuva e o aparecimento frequente de manchas brancas sobre os tijolos, sinais compatíveis com a presença de sais e entrada de humidade através da fachada.
Durante a inspeção visual, verificámos que o problema não estava propriamente no tijolo cerâmico. Pelo contrário, muitas das juntas encontravam-se desagregadas, recuadas e com perda significativa de coesão. Como resultado, a água da chuva conseguia acumular-se nesses pontos e penetrar progressivamente na parede.
Por esse motivo, uma simples aplicação de verniz ou de outro revestimento superficial não seria suficiente. Além disso, uma película pouco permeável poderia dificultar a saída da humidade já existente no interior da alvenaria.
Assim, antes de avançarmos com qualquer solução de pintura de fachadas em Frielas, optámos por recuperar a própria alvenaria aparente. O objetivo passou por reconstruir as juntas degradadas, corrigir pontos vulneráveis e, posteriormente, proteger o tijolo através de um tratamento hidrorrepelente adequado.
Desta forma, foi possível preservar a aparência original da fachada e, ao mesmo tempo, melhorar a sua resistência à ação da água da chuva.
Para garantir a eficácia da intervenção, começámos por preparar cuidadosamente toda a superfície de tijolo à vista. Devido à configuração do edifício e à necessidade de trabalhar diretamente sobre as juntas, optámos pelo acesso por rapel, permitindo uma aproximação controlada às diferentes zonas da fachada.
Inicialmente, realizámos uma limpeza de baixa pressão, adequada ao estado de conservação dos tijolos e das argamassas existentes. Desta maneira, removemos poeiras, depósitos superficiais, musgos e sujidades sem recorrer a métodos excessivamente agressivos.
Em seguida, procedemos ao escareamento manual das juntas degradadas. Esta operação foi realizada de forma progressiva, retirando apenas o material sem coesão e preservando as arestas dos tijolos que permaneciam em bom estado.
Além disso, analisámos a profundidade das juntas e a sua ligação com as zonas envolventes das janelas, peitoris e outros remates. Assim, conseguimos identificar os pontos onde a entrada de água poderia continuar mesmo depois da reparação.
Depois da limpeza, a fachada ficou preparada para receber o novo material de refechamento. Por conseguinte, esta etapa tornou-se fundamental para garantir uma intervenção de reabilitação de fachadas em Frielas mais duradoura.
Com as juntas devidamente preparadas, iniciámos a reconstrução da malha de ligação entre os tijolos. Primeiro, controlámos a humidade do suporte para evitar uma absorção excessivamente rápida da água presente na nova argamassa.
Posteriormente, aplicámos uma argamassa de refechamento adequada à alvenaria de tijolo à vista. O material foi introduzido e compactado manualmente no interior das juntas, garantindo um preenchimento uniforme e reduzindo a possibilidade de permanecerem vazios.
Esta operação permitiu recuperar a profundidade das juntas e, simultaneamente, reduzir os caminhos preferenciais utilizados pela água da chuva. Além disso, tratámos as zonas onde existiam maiores concentrações de eflorescências, evitando simplesmente esconder as manchas através de um revestimento superficial.
Durante o trabalho, verificámos também as transições entre o tijolo e as caixilharias. Quando necessário, substituímos selagens degradadas por mastiques elásticos compatíveis com os diferentes materiais.
Deste modo, a intervenção de pintura de fachadas em Frielas passou por uma verdadeira recuperação da envolvente. Primeiro corrigimos as juntas e os remates; depois, avançámos para a proteção química da superfície cerâmica.
Depois de concluído o refechamento das juntas e de estabilizada a superfície, preparámos a fachada para receber um tratamento hidrorrepelente. Nesta fase, a escolha do produto foi particularmente importante, uma vez que o objetivo era proteger o tijolo sem alterar a sua aparência natural.
Posteriormente, aplicámos um hidrofugante à base de silano/siloxano, através de um método de aplicação controlado e adequado à absorção do suporte. Ao contrário de um verniz convencional, este tipo de tratamento não procura criar uma película visível sobre o tijolo.
Em vez disso, o produto penetra nos poros do material e reduz a absorção de água líquida. Ao mesmo tempo, permite manter a capacidade de difusão do vapor de água, uma característica importante para paredes sujeitas a humidade.
Após a aplicação e respetiva cura, verificámos o comportamento hidrorrepelente da superfície. Assim, a água da chuva passou a escorrer com maior facilidade, reduzindo a quantidade de água absorvida pelo revestimento cerâmico.
Por conseguinte, a pintura de fachadas em Frielas pode, em determinadas fachadas de tijolo à vista, ser substituída por uma abordagem de reabilitação e proteção que preserve integralmente a textura, a cor e a identidade arquitetónica do edifício.
As fachadas revestidas a tijolo, pedra ou betão aparente apresentam necessidades diferentes das superfícies tradicionais destinadas a receber pintura. Por isso, antes de escolher um acabamento, é importante avaliar a porosidade, o estado das juntas, a presença de sais e os caminhos de entrada de água.
Neste caso, a recuperação das juntas e a posterior hidrofugação permitiram preservar a identidade visual do condomínio. Além disso, a intervenção reduziu os pontos vulneráveis onde a água da chuva penetrava na alvenaria.
A mesma metodologia de pintura de fachadas em Frielas e reabilitação de superfícies exteriores pode ser adaptada a diferentes elementos construtivos, nomeadamente:
Assim, quando uma fachada não deve ser simplesmente coberta com tinta, a solução passa por compreender primeiro o comportamento do material. No caso do tijolo à vista, a pintura de fachadas em Frielas pode integrar uma estratégia de reabilitação mais específica, baseada no refechamento das juntas, correção dos remates e proteção hidrorrepelente.
Desta forma, conseguimos proteger o edifício contra a ação da chuva e prolongar a conservação da fachada, mantendo ao mesmo tempo o seu aspeto arquitetónico original.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza refechamento de juntas e hidrofugação invisível com efeito lótus, protegendo o tijolo aparente sem alterar a sua estética original.
Zonas de atendimento: Frielas • Caneças • Bucelas • Pontinha • Odivelas • Loures • Grande Lisboa.
Pintar oculta a identidade arquitetónica do material e pode aprisionar humidade interna nas juntas degradadas. Neste caso em Frielas, optou-se por um refechamento conservativo que preserva a beleza do tijolo aparente. Deste modo, manteve-se a estética original do edifício.
O salitre surge quando a água penetra através de juntas degradadas e arrasta sais minerais até à superfície do tijolo. Neste caso em Frielas, aplicaram-se neutralizadores químicos específicos para inverter este processo. Complementarmente, estabilizaram-se os minerais presentes na alvenaria.
O hidrofugante à base de silano/siloxano altera a tensão superficial do tijolo, fazendo com que a água forme pérolas e escorra imediatamente. Neste caso em Frielas, este tratamento manteve a parede 100% respirável e autolimpante. Por conseguinte, evitou-se qualquer película visível sobre o material cerâmico.
O rapel permite uma intervenção delicada e próxima da fachada sem instalar estruturas que possam manchar a parede já limpa. Neste caso em Frielas, esta técnica foi essencial para escarear manualmente as juntas ao milímetro. Como resultado, preservou-se a estética do tijolo sem lascar as arestas dos elementos sãos.
A metodologia aplica-se a cantarias de pedra, muros em betão aparente e chaminés exteriores antigas. Neste caso em Frielas, tratou-se de um condomínio habitacional com arquitetura em tijolo burro. Igualmente, o método é eficaz em pavimentos exteriores porosos, criando propriedades oleofóbicas.
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