Num edifício habitacional localizado numa zona urbana com elevada circulação automóvel e pedonal, identificámos um estado avançado de contaminação do revestimento exterior. O cliente procurou-nos devido ao aspeto escurecido da fachada, à acumulação de graffiti e ao aparecimento de sinais de humidade no interior das habitações.
Durante a avaliação inicial, verificámos que a superfície não apresentava apenas sujidade superficial. Pelo contrário, o reboco encontrava-se fortemente contaminado por partículas de poluição, resíduos de combustão, óleos e diferentes camadas de tinta provenientes de atos de vandalismo.
Além disso, esta acumulação estava a reduzir a capacidade natural de evaporação do revestimento. Consequentemente, a humidade existente no suporte tinha maior dificuldade em sair para o exterior, contribuindo para a degradação progressiva da fachada.
Por esse motivo, uma simples demão de tinta não seria suficiente. Se pintássemos diretamente sobre uma superfície contaminada, a nova tinta poderia perder aderência, formar bolhas e começar a descascar pouco tempo depois.
Assim, antes de avançarmos com a pintura de fachadas no Carregado, definimos uma intervenção de limpeza e preparação profunda. Desta forma, o objetivo não seria apenas melhorar a aparência do edifício, mas também recuperar a qualidade do suporte e criar condições para um acabamento exterior mais duradouro.
Para iniciar a intervenção, preparámos cuidadosamente toda a zona de trabalho. Como o edifício se encontrava junto a uma área com circulação de peões, montámos um andaime europeu e instalámos um túnel de proteção de peões na zona inferior da fachada.
Desta forma, conseguimos garantir condições de segurança durante os trabalhos em altura e, simultaneamente, controlar a projeção de água e resíduos para o espaço público.
Em seguida, aplicámos produtos decapantes biodegradáveis específicos para atuar sobre as tintas de graffiti, resíduos oleosos e contaminantes acumulados ao longo dos anos. A ação química foi realizada de forma controlada, respeitando as características do reboco existente.
Posteriormente, efetuámos a lavagem com água quente e pressão regulada. Enquanto a temperatura ajudou a soltar gorduras e resíduos, a pressão foi ajustada para remover a contaminação sem provocar desgaste excessivo no revestimento.
Depois da lavagem, deixámos a fachada secar completamente. Só então voltámos a analisar o suporte, identificando zonas com perda de coesão, pequenas fissuras e áreas onde intervenções anteriores tinham provocado desgaste.
Por conseguinte, esta fase foi essencial para a pintura de fachadas no Carregado, uma vez que permitiu recuperar uma superfície mais limpa, estável e preparada para receber os produtos de consolidação e acabamento.
Com a fachada já descontaminada, passámos à reparação das zonas que apresentavam sinais de degradação. Primeiro, corrigimos localmente as áreas onde o reboco tinha sofrido desgaste provocado por antigas operações de limpeza abrasiva.
Além disso, nas superfícies que apresentavam farinação e perda de coesão, aplicámos um primário de impregnação siloxânico. Este tratamento permitiu consolidar as partículas superficiais e melhorar a estabilidade do revestimento antes da aplicação da nova pintura.
De seguida, tratámos as pequenas fissuras de retração existentes nas palas, peitoris e restantes elementos da fachada. Para esse efeito, utilizámos mástiques de poliuretano pintáveis, capazes de acompanhar pequenas movimentações do suporte.
Ao mesmo tempo, verificámos as juntas estruturais e os contornos das caixilharias. Estas zonas mereceram uma atenção especial porque representam pontos particularmente vulneráveis à entrada de água da chuva.
Assim, a preparação não ficou limitada às zonas mais visíveis. Pelo contrário, procurámos corrigir também pequenas patologias que poderiam comprometer a nova intervenção.
Deste modo, a pintura de fachadas no Carregado passou a assentar sobre um suporte devidamente preparado, consolidado e tecnicamente corrigido. Consequentemente, aumentámos as condições de aderência e a durabilidade do acabamento final.
Depois de concluída a preparação do suporte, avançámos finalmente para o acabamento exterior. Nas zonas superiores do edifício, aplicámos um sistema de pintura 100% acrílico de elevada resistência, adequado à exposição contínua à chuva, ao vento e à poluição urbana.
Entretanto, o piso térreo exigia uma proteção diferente. Esta zona encontra-se muito mais exposta ao contacto com a rua e, por isso, apresenta maior probabilidade de sofrer novos atos de vandalismo e acumulação de contaminantes.
Assim, depois da pintura, aplicámos um verniz técnico de sacrifício com propriedades anti-graffiti e oleofóbicas. Desta forma, criámos uma proteção adicional que dificulta a penetração de tintas, óleos e outros produtos nos poros do revestimento.
Além disso, esta camada de proteção facilita futuras operações de manutenção. Caso surja um novo graffiti, a limpeza poderá ser realizada de forma mais simples, sem que seja necessário voltar a pintar imediatamente toda a superfície.
Por outro lado, o sistema mantém uma proteção visualmente discreta, evitando alterar significativamente o aspeto da fachada. Consequentemente, conseguimos combinar a renovação estética com uma estratégia de manutenção preventiva.
Neste caso, a pintura de fachadas no Carregado deixou, portanto, de ser apenas um trabalho de acabamento. Passou a integrar um sistema de proteção pensado para resistir às condições específicas do ambiente urbano.
As fachadas situadas em zonas urbanas estão permanentemente expostas a diferentes formas de agressão. Por um lado, existe a ação da chuva, do vento e das variações de temperatura. Por outro, a poluição atmosférica, os fumos automóveis, os óleos e o vandalismo aceleram a degradação dos revestimentos.
Por isso, uma intervenção eficaz deve começar muito antes da aplicação da tinta. É necessário avaliar o estado do suporte, remover os contaminantes, corrigir as patologias existentes e, só depois, escolher o sistema de acabamento adequado.
Neste caso concreto, conseguimos recuperar uma fachada fortemente contaminada através de uma sequência controlada de limpeza, consolidação, reparação e pintura. Além disso, reforçámos as zonas mais expostas com uma proteção anti-graffiti.
Esta metodologia pode ser aplicada, igualmente, em edifícios institucionais, espaços comerciais, condomínios, muros junto a vias movimentadas e superfícies de pedra natural. Em cada situação, a solução deve ser adaptada ao material existente e ao nível de exposição.
Da mesma forma, a aplicação de proteção preventiva pode reduzir significativamente a necessidade de intervenções repetidas. Assim, o proprietário consegue preservar durante mais tempo o aspeto renovado da fachada e controlar melhor os custos de manutenção.
Por conseguinte, a nossa abordagem de pintura de fachadas no Carregado combina limpeza técnica, recuperação do suporte, proteção contra a poluição e defesa contra o vandalismo. O resultado é uma fachada renovada, mais protegida e preparada para enfrentar as exigências do ambiente urbano.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza descontaminação profunda de fachadas urbanas com proteção anti-graffiti oleofóbica, devolvendo a transpirabilidade e a estética ao seu edifício.
Zonas de atendimento: Carregado • Vila Franca de Xira • Alverca • Bucelas • Vialonga • Sacavém • Grande Lisboa.
Os poros do reboco ficam entupidos por óleos de combustão e aerossóis, impedindo a evaporação natural da humidade interna. Neste caso no Carregado, esta crosta de poluição estava a asfixiar toda a fachada do edifício. Deste modo, foi necessária uma descontaminação profunda antes da pintura.
Não, a tinta aplicada sobre sujidade e resinas de graffiti descola rapidamente, formando grandes bolhas em poucos meses. Neste caso no Carregado, optou-se por decapantes químicos biodegradáveis para dissolver estes contaminantes. Por conseguinte, garantiu-se aderência total dos novos materiais.
É um verniz de sacrifício que cria uma barreira invisível, impedindo que tintas em spray penetrem nos poros da parede. Neste caso no Carregado, foi aplicado no piso térreo, mais exposto a atos de vandalismo. Complementarmente, permite remover futuros graffitis apenas com água quente.
Este primário consolida a argamassa que perdeu coesão superficial devido a anos de ataque de chuva ácida. Neste caso no Carregado, foi aplicado antes do refechamento de fissuras de retração térmica. Como resultado, garantiu-se uma base sólida para o acabamento final.
A metodologia aplica-se a edifícios institucionais e bancários, muros de vedação em vias movimentadas e superfícies de pedra natural. Neste caso no Carregado, tratou-se de um edifício habitacional num grande centro urbano. Igualmente, o método é eficaz em lojas e espaços comerciais expostos a vandalismo.
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