Num edifício com arquitetura rica em molduras, cornijas salientes e frisos, a nossa intervenção de pintura de fachadas em Forte da Casa começou por uma avaliação detalhada dos elementos mais expostos à água da chuva. O cliente relatava infiltrações, desagregação das cimalhas e humidade persistente sob os ornamentos das janelas.
Durante a inspeção, verificámos que o problema não estava apenas na pintura exterior. As superfícies horizontais e inclinadas das cornijas tinham perdido parte das pendentes originais. Como resultado, a água permanecia sobre os elementos decorativos e acelerava a degradação dos rebocos.
Além disso, encontrámos acumulação de vegetação e detritos em zonas de difícil acesso. Esta retenção permanente de água aumentava o peso sobre as peças degradadas. Por isso, existia também um risco de desprendimento de materiais sobre a via pública.
Perante estas condições, uma simples pintura não resolveria a origem das patologias. Primeiro, seria necessário corrigir os caminhos de escoamento e consolidar os suportes. Só depois faria sentido avançar para o acabamento exterior.
Assim, estruturámos a intervenção para recuperar a geometria das cornijas, proteger os elementos decorativos e melhorar a estanqueidade. Desta forma, a pintura de fachadas em Forte da Casa passou a integrar uma reabilitação técnica mais completa.
Para iniciar a reabilitação da fachada, optámos por uma metodologia de acesso por rapel. Esta solução permitiu alcançar zonas recônditas sem manter uma estrutura de andaimes durante meses.
Em simultâneo, instalámos um túnel de proteção de peões nos passeios circundantes. Desta forma, conseguimos controlar os riscos associados à intervenção em altura e manter as zonas de circulação devidamente protegidas.
Antes das descidas, realizámos também um levantamento com drone de alta resolução. As imagens permitiram observar cornijas, platibandas e muretes superiores que não eram facilmente visíveis a partir do solo.
Além disso, o levantamento aéreo ajudou a identificar fissuras, detritos e zonas onde a água poderia ficar retida. Assim, a equipa conseguiu definir previamente os pontos que exigiam maior atenção durante o trabalho vertical.
Esta fase de diagnóstico foi particularmente importante para a pintura de fachadas em Forte da Casa. Antes de aplicar qualquer revestimento, garantimos que os suportes estavam devidamente avaliados e preparados para receber a intervenção.
Depois de limpas as cornijas e restantes elementos salientes, iniciámos a reparação dos suportes degradados. Primeiro, regularizámos as superfícies horizontais com argamassas fibradas moldáveis de secagem rápida.
Esta correção permitiu recuperar as pendentes que se tinham perdido ao longo do tempo. Consequentemente, a água passou a encontrar um percurso de saída adequado, reduzindo a possibilidade de acumulação sobre os ornamentos.
Nas zonas onde os elementos decorativos apresentavam perda de consistência, aplicámos consolidantes minerais. Desta forma, reforçámos as superfícies sem alterar desnecessariamente a geometria original das molduras.
De seguida, impermeabilizámos as superfícies horizontais reconstruídas com membranas de poliuretano líquido transparente. Esta solução criou uma proteção contínua sem esconder a textura dos materiais existentes.
Durante os trabalhos em rapel, verificámos ainda as zonas de gotejamento e as transições entre elementos. Assim, conseguimos corrigir pontos onde a água poderia continuar a escorrer sobre a fachada após a pintura de fachadas em Forte da Casa.
Com as pendentes corrigidas e os suportes consolidados, avançámos para a fase de proteção final. Primeiro, aplicámos os primários fixadores adequados às superfícies preparadas.
Posteriormente, executámos a pintura das áreas verticais com tintas 100% acrílicas. A aplicação respeitou o cromatismo existente, procurando preservar a leitura arquitetónica do edifício.
Ao mesmo tempo, as zonas horizontais ficaram protegidas através do sistema de impermeabilização transparente. Assim, a água da chuva passou a ser conduzida para o exterior sem permanecer sobre as cornijas.
Esta abordagem permitiu tratar a causa antes do acabamento. Em vez de esconder fissuras, manchas ou degradação com novas demãos, corrigimos primeiro os problemas relacionados com o escoamento.
Por conseguinte, a pintura de fachadas em Forte da Casa ganhou uma função complementar dentro da reabilitação. O objetivo deixou de ser apenas renovar a aparência e passou a ser proteger efetivamente os elementos exteriores.
A reabilitação de cornijas, frisos e molduras exige uma abordagem diferente de uma pintura convencional. Nestes elementos, pequenas falhas de geometria podem criar pontos permanentes de acumulação de água.
Neste caso, conseguimos atuar precisamente nessas zonas, recuperando pendentes, consolidando suportes e criando proteção contra a entrada e retenção de água. Além disso, o acesso por rapel permitiu trabalhar sobre detalhes que seriam difíceis de alcançar com métodos convencionais.
Esta metodologia é adequada para edifícios com cornijas salientes, molduras trabalhadas, varandas antigas, palacetes ou fachadas parcialmente revestidas com elementos cerâmicos. Em todos estes casos, o tratamento das zonas horizontais assume uma importância decisiva.
Ao corrigir primeiro o comportamento da água, reduzimos a exposição dos rebocos e elementos decorativos às intempéries. Consequentemente, também contribuímos para aumentar a durabilidade do acabamento exterior e reduzir futuras necessidades de reparação.
Assim, a nossa abordagem de pintura de fachadas em Forte da Casa combina conservação arquitetónica, segurança e proteção contra a água. O resultado é uma fachada renovada, tecnicamente preparada e com maior capacidade para resistir às condições exteriores.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza reabilitação de elementos decorativos com diagnóstico por drone 4K e impermeabilização invisível, eliminando o risco de queda de material sobre a via pública.
Zonas de atendimento: Forte da Casa • Vialonga • Vila Franca de Xira • Alverca • Sacavém • Póvoa de Santa Iria • Grande Lisboa.
As zonas horizontais e inclinadas perdem as argamassas originais de pendente, acumulando água e vegetação ao longo do tempo. Neste caso em Forte da Casa, esta acumulação levou à rotura do reboco e das molduras decorativas. Deste modo, foi necessária uma regularização completa das inclinações.
O drone de alta resolução realiza varrimentos aéreos em 4K sobre cornijas e muretes, mapeando fissuras e detritos sem expor os técnicos a risco. Neste caso em Forte da Casa, este mapeamento orientou toda a intervenção cirúrgica em rapel. Complementarmente, permitiu avaliar obstruções invisíveis a partir da cota zero.
Sim, o peso da água acumulada e raízes incrustadas podem causar o desprendimento de blocos decorativos maciços sobre a via pública. Neste caso em Forte da Casa, montou-se um túnel de proteção de peões reforçado durante toda a obra. Por conseguinte, garantiu-se a segurança pública em permanência.
Aplicam-se membranas de poliuretano líquido transparente que não alteram a textura visual das pedras ou do reboco modelado. Neste caso em Forte da Casa, esta solução foi aplicada após a regularização das inclinações perdidas. Como resultado, garantiu-se estanquidade sem comprometer o valor arquitetónico.
A metodologia aplica-se a edifícios centenários, palacetes, museus e fachadas com revestimento parcial em azulejo. Neste caso em Forte da Casa, tratou-se de um edifício emblemático com arquitetura rica em cantarias moldadas. Igualmente, o método é ideal para varandas trabalhadas e sacadas antigas.
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