Num edifício destinado a comércio e serviços, realizámos uma intervenção de Pintura de fachadas em Belém, Lisboa, integrada num trabalho de reabilitação de pontos críticos da envolvente exterior. O objetivo principal consistiu em identificar e corrigir as zonas responsáveis pelas infiltrações que afetavam os escritórios do último piso.
Durante a avaliação inicial, verificámos a existência de manchas de humidade nos tetos e nas zonas inferiores das janelas. Além disso, o cliente relatou que os problemas surgiam principalmente durante períodos de chuva, indicando uma possível entrada de águas pluviais através dos elementos exteriores.
Na inspeção visual, identificámos microfissuras nas zonas superiores das platibandas. Ao mesmo tempo, observámos problemas nos peitoris das janelas, que apresentavam uma pendente insuficiente para garantir o correto escoamento da água.
Como consequência, a água da chuva permanecia durante mais tempo sobre estas superfícies. Posteriormente, essa acumulação aumentava o risco de passagem de água através das juntas, fissuras e interfaces entre diferentes materiais.
Por isso, uma simples pintura da fachada não resolveria a origem das infiltrações. Em vez disso, definimos uma intervenção localizada para corrigir as pendentes, reparar as fissuras e reforçar a impermeabilização dos pontos mais vulneráveis.
Desta forma, a Pintura de fachadas em Belém, Lisboa passou a integrar uma solução técnica direcionada para os elementos que efetivamente necessitavam de intervenção.
Para executar os trabalhos com segurança e reduzir o impacto sobre a atividade comercial, optámos pelo acesso através de rapel e alpinismo industrial nas zonas superiores do edifício. Esta solução permitiu alcançar os pontos críticos sem necessidade de instalar um sistema de andaimes em toda a fachada.
Além disso, instalámos um pequeno túnel de proteção de peões junto à entrada principal. Assim, conseguimos manter uma passagem segura para clientes, trabalhadores e utilizadores do edifício durante a execução dos trabalhos.
Depois de assegurado o acesso, realizámos a lavagem das platibandas e das zonas envolventes. Esta operação permitiu remover sujidade, resíduos e materiais sem aderência, facilitando a avaliação do estado real dos suportes.
Em seguida, removemos os mastiques antigos e degradados existentes nas juntas dos peitoris. Desta forma, criámos condições adequadas para executar novas selagens com materiais compatíveis com a exposição exterior.
Durante esta fase, analisámos também as zonas horizontais e os pontos de transição entre paredes, peitoris, platibandas e caixilharias. Por conseguinte, conseguimos identificar os locais onde a água poderia permanecer acumulada ou entrar para as camadas inferiores.
Esta preparação revelou-se fundamental para garantir que a intervenção de Pintura de fachadas em Belém, Lisboa não se limitasse ao acabamento visual, mas contribuísse também para a proteção efetiva da envolvente.
Depois de preparar os suportes, iniciámos a correção das zonas onde a água apresentava dificuldade em escoar. Primeiro, regularizámos as pendentes das platibandas e dos peitoris com argamassas adequadas para utilização exterior.
Esta correção permite direcionar a água para os pontos de descarga e, consequentemente, reduzir a acumulação sobre as superfícies horizontais. Assim, diminuímos a exposição prolongada dos revestimentos à água da chuva.
Posteriormente, tratámos as interfaces entre a alvenaria e os elementos metálicos das caixilharias. Para isso, aplicámos primários adequados nas zonas necessárias e executámos novas juntas com mastique de poliuretano elástico.
Este sistema permite acompanhar os movimentos naturais dos diferentes materiais. Além disso, mantém a capacidade de selagem mesmo quando as superfícies sofrem pequenas dilatações provocadas pelas variações de temperatura.
Nas zonas onde encontrámos fissuras nas palas e elementos superiores, realizámos igualmente o tratamento localizado das patologias. Dependendo das características de cada ponto, aplicámos materiais de reparação e reforço com fibra para melhorar a resistência do acabamento na Pintura de Fachadas em Belém.
Durante os trabalhos em altura, verificámos ainda as caleiras e os tubos de queda acessíveis. Desta maneira, conseguimos avaliar o percurso das águas pluviais e reduzir o risco de novas acumulações junto aos elementos reabilitados.
Com as pendentes corrigidas e as juntas devidamente tratadas, avançámos para a impermeabilização dos pontos críticos. Nesta fase, aplicámos uma solução de membrana líquida de poliuretano, reforçada com véu de fibra de vidro nas zonas que exigiam maior resistência.
Ao contrário de uma impermeabilização convencional com juntas entre telas, a membrana líquida forma uma camada contínua sobre o suporte. Por isso, conseguimos criar uma proteção uniforme nas platibandas e nas zonas de transição.
Além disso, reforçámos cuidadosamente os encontros entre superfícies horizontais e verticais. Estes pontos merecem especial atenção porque concentram movimentos e representam frequentemente zonas vulneráveis à entrada de água.
Nos peitoris e palas revestidos a pedra, aplicámos uma solução impermeabilizante adequada ao material existente. Ao mesmo tempo, tratámos os rebocos envolventes com sistemas de pintura exterior compatíveis com o suporte.
Após os períodos de secagem e cura recomendados, verificámos a continuidade dos remates e a qualidade das selagens executadas. Desta forma, conseguimos reforçar a proteção contra a entrada de águas pluviais sem alterar desnecessariamente as restantes áreas da fachada.
Assim, o trabalho de Pintura de fachadas em Belém, Lisboa ficou associado a uma intervenção técnica mais abrangente, onde a impermeabilização dos pontos singulares assumiu um papel fundamental.
A intervenção demonstrou que nem sempre uma infiltração exige a pintura integral de todas as fachadas. Neste caso, o diagnóstico permitiu localizar os principais pontos vulneráveis e direcionar os trabalhos para as platibandas, peitoris, palas, juntas e restantes elementos expostos.
Primeiramente, corrigimos as pendentes e preparámos os suportes. Depois, substituímos as selagens degradadas e tratámos as fissuras. Finalmente, aplicámos sistemas de impermeabilização e acabamento adequados às características de cada material.
Como resultado, conseguimos melhorar a proteção das zonas superiores do edifício e reduzir os pontos de entrada de água. Além disso, a utilização de acesso por rapel permitiu executar uma intervenção precisa, mantendo o impacto sobre a atividade comercial num nível reduzido.
Esta metodologia pode revelar-se particularmente útil em diferentes tipos de imóveis, nomeadamente:
Portanto, a Pintura de fachadas em Belém, Lisboa pode representar muito mais do que uma renovação estética. Quando existem infiltrações, fissuras ou falhas de estanqueidade, uma avaliação técnica permite direcionar a intervenção para as verdadeiras causas da patologia.
Desta forma, conseguimos combinar impermeabilização, reparação e renovação estética, prolongando a durabilidade da fachada e evitando intervenções desnecessárias em zonas que ainda apresentam boas condições.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza reabilitação focada em platibandas, peitoris e palas com impermeabilização de tela líquida, sem necessidade de intervir na fachada inteira.
Zonas de atendimento: Belém • Alcântara • Estrela • Arroios • Alvalade • Benfica • Grande Lisboa.
As platibandas e peitoris no topo do edifício são pontos críticos onde a água da chuva se acumula com facilidade. Neste caso em Belém, identificaram-se microfissuras graves e peitoris sem a inclinação correta. Deste modo, a água acumulada infiltrava-se diretamente nos escritórios do último andar.
Esta técnica permite intervir no topo do edifício e nas janelas sem montar andaimes nem perturbar a atividade comercial. Neste caso em Belém, montou-se apenas um pequeno túnel de proteção junto à entrada principal. Complementarmente, o edifício manteve o funcionamento normal durante toda a obra.
É uma membrana aplicada em estado líquido, armada com véu de fibra de vidro, que cria uma superfície impermeável contínua sem costuras. Neste caso em Belém, foi aplicada nas platibandas para criar uma verdadeira bacia estanque. Por conseguinte, elimina-se qualquer ponto de entrada de água no topo do edifício.
Sem a inclinação correta, a água da chuva acumula-se em vez de escoar para o exterior, agravando a infiltração ao longo do tempo. Neste caso em Belém, a equipa regularizou as pendentes com argamassas de secagem rápida antes da impermeabilização. Como resultado, garantiu-se o escoamento correto das águas pluviais.
A metodologia aplica-se também a varandas, terraços, fachadas com molduras e frisos, e juntas de dilatação entre edifícios. Neste caso em Belém, tratou-se de um edifício de serviços onde a paragem da atividade era impossível. Igualmente, este método é ideal sempre que a infiltração tem origem em pontos específicos e não na fachada inteira.
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