Numa torre habitacional de grande volumetria, em Benfica, Lisboa, identificámos um estado avançado de degradação em pilares e vigas expostos na fachada. O cliente relatava algumas infiltrações pontuais. No entanto, a principal preocupação estava relacionada com a oxidação das armaduras visíveis e com a perda de proteção do betão.
Durante a inspeção inicial, encontrámos zonas onde o betão já apresentava fissuração e destacamento. Além disso, algumas armaduras encontravam-se expostas e apresentavam sinais evidentes de corrosão. Este tipo de patologia exige uma intervenção técnica antes de qualquer trabalho de pintura de fachadas em Benfica, Lisboa.
De facto, a simples aplicação de tinta não resolveria a origem do problema. A corrosão das armaduras provoca um aumento de volume do aço no interior do betão. Como consequência, o material envolvente fissura, perde aderência e pode acabar por se destacar.
Por esse motivo, a equipa avançou para uma reabilitação técnica da fachada. Primeiro, definimos as zonas que necessitavam de reparação. Depois, preparámos o suporte para tratar diretamente as armaduras e recuperar o betão degradado.
Desta forma, a intervenção não se limitou a melhorar o aspeto exterior do edifício. Pelo contrário, permitiu atuar sobre as causas da degradação e criar uma base adequada para a posterior pintura e proteção da fachada.
Devido à altura e à dimensão da torre, optámos pelo recurso ao alpinismo industrial. Assim, os técnicos conseguiram alcançar diferentes pontos da fachada através de acesso por cordas, sem necessidade de instalar um sistema completo de andaimes em toda a altura do edifício.
Antes de iniciar as reparações, realizámos uma análise detalhada das zonas degradadas. Em seguida, efetuámos uma lavagem localizada com equipamento de alta pressão, removendo sujidades, partículas soltas e resíduos acumulados sobre o betão.
Posteriormente, retiramos cuidadosamente as zonas de betão deteriorado até encontrar um suporte firme. Esta etapa é essencial porque permite expor corretamente as armaduras afetadas e avaliar o seu estado real.
Além disso, o acesso por rapel permitiu trabalhar de forma localizada. Dessa maneira, a equipa conseguiu concentrar a intervenção exatamente nos pontos que apresentavam corrosão, fissuração ou destacamento.
Consequentemente, o método utilizado reduziu o impacto da obra sobre os moradores e permitiu avançar com maior rapidez nas diferentes frentes da fachada. Esta solução revelou-se especialmente adequada para uma intervenção de pintura de fachadas em Benfica, Lisboa, num edifício de grande altura.
Depois de removermos o betão deteriorado, iniciámos o tratamento das armaduras expostas. Primeiro, efetuámos a escovagem mecânica da ferrugem até alcançar uma superfície metálica limpa e estável.
De seguida, aplicámos um tratamento específico sobre o aço. Utilizámos um conversor de ferrugem e, posteriormente, um primário passivador rico em zinco. Assim, conseguimos proteger as armaduras e criar uma superfície adequada para receber a argamassa de reparação.
Após o tratamento do aço, avançámos para a recuperação das zonas onde o betão apresentava perda de material. Para esse efeito, utilizámos argamassas tixotrópicas de reparação estrutural com retração compensada, adequadas à recuperação de elementos de betão armado.
Além disso, moldámos cuidadosamente a argamassa para recuperar a geometria original dos pilares e das vigas. Desta forma, conseguimos restabelecer o recobrimento das armaduras e melhorar a proteção do aço contra a ação da humidade e dos agentes atmosféricos.
Durante os trabalhos de alpinismo industrial, analisámos sucessivamente as diferentes frentes da torre. Assim, conseguimos identificar e tratar os vários pontos de oxidação existentes na fachada, evitando que pequenas patologias evoluíssem para danos mais significativos.
Depois de concluirmos as reparações estruturais, realizámos uma inspeção complementar com recurso a um drone de alta resolução. Esta etapa permitiu observar zonas da fachada que exigiam uma avaliação mais detalhada antes do acabamento final.
Durante o levantamento, captámos fotografias e vídeo das diferentes áreas da torre. Dessa forma, conseguimos criar um registo visual das patologias existentes e acompanhar a evolução dos trabalhos de reabilitação.
Em seguida, verificámos as zonas reparadas e preparámos o suporte para receber o sistema de proteção exterior. Antes da aplicação dos revestimentos finais, garantimos que o betão apresentava condições adequadas para receber os novos materiais.
Posteriormente, aplicámos um revestimento anticarbonatação elástico em toda a fachada. Este sistema cria uma barreira de proteção contra a entrada de dióxido de carbono e reduz a exposição do betão à humidade e aos agentes atmosféricos.
Por fim, aplicámos o acabamento com tinta técnica de elevada resistência. Assim, a pintura de fachadas em Benfica, Lisboa, passou a desempenhar não apenas uma função estética, mas também uma função importante de proteção do betão e das reparações realizadas.
Consequentemente, a intervenção permitiu criar uma envolvente exterior mais resistente e preparada para enfrentar as condições ambientais ao longo do tempo.
A intervenção nesta torre habitacional demonstrou que uma pintura exterior de qualidade começa muito antes da aplicação da tinta. Primeiro, é necessário identificar as patologias existentes. Depois, torna-se fundamental tratar corretamente fissuras, betão degradado e armaduras com sinais de corrosão.
Neste caso, o recurso ao alpinismo industrial permitiu alcançar zonas de grande altura com rapidez e precisão. Ao mesmo tempo, a inspeção por drone complementou a avaliação técnica e criou um registo detalhado das patologias encontradas.
Além disso, o tratamento das armaduras e a recuperação do betão permitiram restabelecer a proteção dos elementos estruturais. Posteriormente, o revestimento anticarbonatação e a tinta técnica reforçaram a proteção exterior da fachada.
Esta metodologia pode ser aplicada em diferentes tipos de imóveis. Por exemplo, pode ser utilizada em:
Assim, quando o objetivo passa por realizar uma pintura de fachadas em Benfica, Lisboa, com resultados duradouros, a preparação técnica do suporte assume um papel fundamental. Uma fachada degradada não deve receber apenas uma nova camada de tinta. Pelo contrário, deve primeiro receber o tratamento adequado às patologias existentes.
Por isso, a nossa abordagem combina inspeção, reparação do betão, tratamento das armaduras, proteção anticarbonatação e pintura técnica. Desta forma, conseguimos melhorar o aspeto do edifício e, sobretudo, reforçar a proteção da fachada perante a humidade, as intempéries e o desgaste natural.
Na Fermorel, somos especialistas na reabilitação de fachadas de prédios e moradias. Oferecemos um processo simples, seguro e sem complicações para a sua obra.
A Fermorel realiza reabilitação de fachadas em altura com acesso por rapel e mapeamento por drone, tratando a corrosão pela raiz antes de qualquer acabamento.
Zonas de atendimento: Benfica • Arroios • Alvalade • Lumiar • Estrela • Belém • Grande Lisboa.
A carbonatação faz com que o betão estale devido ao aumento de volume do ferro oxidado no seu interior. Neste caso em Benfica, este fenómeno comprometia a estabilidade dos pilares e vigas da torre. Deste modo, foi necessária uma intervenção estrutural completa e não apenas estética.
O rapel, ou alpinismo industrial, permite aos técnicos aceder a qualquer ponto da fachada sem necessidade de andaimes pesados. Neste caso em Benfica, esta técnica evitou custos elevados e o forte impacto visual numa torre de grande altura. Complementarmente, permitiu uma intervenção mais rápida e cirúrgica.
O drone de alta resolução mapeia microfissuras em áreas de difícil acesso, criando um registo exato das patologias a tratar. Neste caso em Benfica, este levantamento serviu também como prova documental do antes e depois da obra. Por conseguinte, garante-se maior rigor no diagnóstico e no orçamento.
O tratamento inclui escovagem mecânica da ferrugem até ao aço limpo, seguida de conversor de ferrugem e primário passivador rico em zinco. Neste caso em Benfica, esta etapa travou o processo de corrosão antes do preenchimento das cavidades. Como resultado, a estrutura recuperou a sua resistência original.
A metodologia aplica-se a prédios de grande altura, varandas, palas de edifícios e estruturas industriais. Neste caso em Benfica, tratou-se de uma torre habitacional com forte exposição aos elementos. Igualmente, o método reduz drasticamente o tempo e o custo de obra em edifícios altos.
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